Bowers & Wilkins P5

INTRODUÇÃO

Já pude ouvir alguns sistemas com caixas da Bowers & Wilkins – famosa marca britânica de equipamentos deáudio, conhecida por ter sua marca estampada nas caixas usadas pelos estúdios Abbey Road. Já testei as torres 603 e 803S e as bookshelves 805S e as novíssimas 805D. Ainda era muito iniciante quando ouvi as maiores, mas quando tive contato com as books, tive uma mesma impressão: era como se houvesse algo a mais nos médios que me passava a sensação de alguma coisa que não permitia que os sons saíssem perfeitamente limpos e livres. Era como se o som apresentasse uma camada de gordura. Não é fácil explicar, mas como ouvi essas caixas em sistemas e ocasiões diferentes, presumi que essa coloração era proveniente das caixas. Essa característica definitivamente me incomodou, já que, por causa disso, elas não me pareceram neutras o suficiente. Curiosamente, é exatamente essa característica que me encantou no P5.

Ele representa a entrada da B&W no mercado de fones de ouvido. É interessante notar que a marca decidiu fazer essa entrada em sua divisão de consumo em massa (onde se encontram os docks de iPod Zeppelin), e não na divisão high-end de caixas de som de alto nível. Assim, ele é fone portátil, fechado, destinado ao uso com players portáteis, sem pretensões de ser um fone de referência. Para alguns isso pode ser uma decepção, já que certamente a B&W tem pedigree suficiente para criar equipamentos incríveis – vide as 800D e as chocantes Nautilus.

ASPECTOS FÍSICOS

p5_sht2 020Se o que você procura é luxo, esse é o fone perfeito. A qualidade de construção e acabamento do P5 são irrepreensíveis; nenhuma parte visível do fone é plástico. O usuário só tem contato com couro, metal, tecido e borracha. Afirmo que fisicamente ele não deve nada ao Stax SR-007, que logo após o Orpheus é o fone mais bem construído que já vi.

É um misto interessante de retrô e modernidade. Não tenho do que reclamar – na minha opinião é um fone lindo, e com certeza um dos mais confortáveis que já usei. Exercem a pressão ideal nos ouvidos e a headband é extremamente acolchoada. Outra questão interessante é que ele é o supra-aural que mais isola que já usei. Só não digo que é o full-size que mais isola porque esse posto pertence ao Bose Triport (uma porcaria, mas o isolamento é excelente). Os pads são muito grossos, e quanto em contato com os ouvidos, a pressão faz com que a espuma se molde aos ouvidos e, como consequência, a atenuação de ruídos externos é excelente. Logicamente, não é comparável à de um intra-auricular, mas para um fone dessa categoria, é surpreendente.

Os pads, aliás, são presos através de ímãs e removíveis, dando acesso ao mecanismo para a troca do cabo, que é muito simples e direto. O P5 inclusive vem com dois, um normal e outro com microfone e controle de volume, o que reforça a proposta do fone. Um problema, no entanto, é que o cabo é preocupantemente fino. Acho que para o uso fora de casa essa é de certa forma uma vantagem, já que não há desconforto pelo tamanho ou extensão dele. Mas não há dúvidas de que eles não inspiram confiança. Espero que a B&W tenha aprendido com a Bang & Olufsen e seus cabos ultra finos mas indestrutíveis. (Aliás, em off, fica aqui um puro desabafo: marcas de cabos para instrumentos, vocês bem que podiam aprender, né? Nunca tive um cabo que durasse mais de um ano, e olha que cuido bem deles… e isso porque são mono e devem ter 0,5 cm. de espessura)

O P5 possui ajustes tanto no headband quanto nos earcups, que giram para que o fone se acomode melhor à cabeça do usuário e para que ele seja quardado dentro da capa para transporte – também muito luxuosa, diga-se de passagem. Só não é muito segura porque é de tecido, e protege somente de sujeira, e não de choques.

Sobre aspectos físicos, o P5 é realmente de outro mundo.

O SOM

BW-P5-Mobile-Hi-Fi-Headphones-2Sempre fui uma pessoa que priorizou fidelidade acima de tudo. Mesmo que com o tempo a gente aprenda que é praticamente impossível precisar um único neutro absoluto, sempre achei que, caso algo não soasse relativamente neutro para mim – mesmo que seja um neutro diferente, por exemplo, considero tanto o SR-007 quanto o HD800 neutros, e eles são muito diferentes, em alguns casos até opostos –, eu não iria gostar. Até me encantar com o P5…

Ele é decididamente colorido, mas o interessante é que essa coloração soa analógica. É como se qualquer coisa que passa pelo fone fosse equalizada por um set de vinil. Não que vinis não consigam soar neutros, mas eles naturalmente possuem um calor a mais, e é isso que o B&W faz. Adiciona uma pitada (ou será uma colher de sopa?) analógica à música. Aprovar essa característica é puramente uma questão de gosto. Para mim, depende da música e do momento. Não acho que exista algum gênero que soe persistentemente impróprio com essa coloração. Não é sempre que ela é totalmente bem vinda mas, no momento certo e com a música certa, esse fone é espetacular. Ouvindo Fredrika Stahl ou Diana Krall por exemplo, esse calor extra faz milagres, torna a música muito mais intimista e o resultado final é delicioso. É realmente encantador. Esse intimismo também é visto no palco sonoro, que definitivamente não é ruim para um supra-aural fechado, mas que é mais próximo do que um fone aberto. A sensação não é a de que falta espaço pra respirar – é que você está mais perto da música.

Existe algo fantástico a respeito dos médios. É como se houvesse a mesma gordura das caixas, mas de alguma forma, no fone ela me agrada. Ao invés de estar no caminho da música, ela contribui para que a música seja mais doce, principalmente com obras de jazz e pop.

No entanto, o maior trunfo do P5, na minha opinião, está nos agudos. São incrivelmente gentis e se apresentam numa quantidade que, apesar de para os meus ouvidos não ser exatamente neutra, contribui para o caráter confortável da assinatura sonora do fone. A fadiga auditiva é literalmente inexistente. O timbre dos agudos também é exemplar. Parece que o roll-off, que é audível, dá uma característica “arredondada” aos agudos. É como quando um baterista bate gentilmente no centro de um splash. O som agudo está lá, bem definido, e claro, mas delicado e sem as “rough edges” (perdoem-me o inglês, mas não consigo pensar em algo que traduza melhor o que quero expressar) ou granulação de qualquer tipo.

5002973789_2e3a25cdc0Quanto aos graves, não tenho tantos elogios. Primeiramente, acho que são um pouco excessivos. Não são obstrusivos, mas o famoso mid-bass hump é acentuado, o que reforça a posição do P5 no mercado – ele não é um fone de referência, mas sim um que visa agradar às massas além (ao invés?) dos audiófilos. Acho que essa é minha maior reclamação. Com música eletrônica por exemplo, em alguns casos me incomoda, e falta definição e textura. Aqui, a gordura também é presente mas é indesejável. Ao mesmo tempo, é possível que esse boost nos graves exista para compensar os ruídos externos, já que o fone foi feito para o uso fora de casa.

E já que estou falando de defeitos, devo dizer que existe outro muito significativo. Apesar de considerá-los excelentes com boa parte dos gêneros musicais, existe um outro tipo de coloração nos médios que me desagrada. Acho que não é relacionada ao calor sobre o qual falei antes, mas quando ouço rock por exemplo, parece que na região média dos médios há algo errado, o que não permite que eu considere o P5 um bom fone para esse gênero. É possível ouvir, mas não acho que é algo que ele faça bem, já que esse defeito afeta fortemente o que seria outrora um excelente equilíbrio tonal. Não é o suficiente para que eu considere o equilíbrio do fone ruim, mas ao mesmo tempo não é incrível. Essa falha não parece se manifestar com músicas sem atividade numa faixa muito extensa de frequências – inclusive, se eliminar esse defeito significasse abrir mão da doçura e do calor do P5 com outros estilos, eu não faria essa troca. É um preço a se pagar. O mesmo a respeito do detalhamento – ele não é dos melhores, mas isso para mim não importa. A musicalidade é a prioridade, e não a análise fria e objetiva da música.

CONCLUSÕES

b-w-p5-1Não tenho medo de dizer que adoro o B&W P5. Em aspectos técnicos ele definitivamente não é perfeito, já que passa muito longe da neutralidade e da referência. Ele tem uma voz própria e, não sei bem como, é capaz de tornar qualquer música analógica, o que pode ser o que muitos procuram. Mas sei que não é para todos. Pessoalmente, admito que não o teria como meu único fone, mas tenho me visto usando esse fone frequentemente. Admito que não é somente pela qualidade de som. É também pelo conforto, pelo luxo e pela beleza do P5.

É curioso. Me parece que alguns fones conquistam porque te mostram a música passivamente, com muita elegância, equidistante de você e da música. Já o P5 encanta porque não fica à mesma distância de você e da música. Ele pega um ferro de passar roupas, passa na música do jeito dele e senta do seu lado para ouví-la com você.

Ficha Técnica

Bowers & Wilkins P5 – US$ 299,99

Driver dinâmico único

Sensibilidade (1V): 115dB

Impedância (1kHz): 26 ohms

Resposta de frequências: 10Hz – 20kHz

Equipamentos associados:

iPod Classic

77 Comments
0
  • melro

    Como sempre um excelente review, bastante esclarecedor e detalhado. O fato do P5 ter como uma de suas características a “coloração analógica” foi o que me deu a certeza de que ele será minha próxima compra – essa característica sempre foi o fator preponderante de minha incessante busca nesse fascinante mundo dos fones. Desfrutar, por exemplo, de um quarteto de cordas no P5 deve ser uma experiência bastante prazeirosa, gênero esse que mais me seduz atualmente… enfim, o meu agradecimento é sincero por compartilhar com tanta maestria seus conhecimentos de áudio, nos proporcionando uma visão clara e objetiva de suas impressões. Parabéns e que mais reviews venham!

    • Muito obrigado, Melro!!

      Se é o que vc procura, tenho certeza de que o P5 não vai desapontar. Para jazz por exemplo, acho fenomenal, é muito caloroso, te dá uma sensação de conforto imensa! E como eu te disse, se não se incomodar de comprar usado, dá uma olhada no head-fi, há pouco tempo tinham dois por lá com preços bem legais!

  • Sr. Burns

    A descrição que vc fez desse fone pode ser aplicada quase em sua totalidade para o HD650. A diferença é que esse não tem o charme do “Senn Veil” rsrsrs.

    • Grande Rafael!

      Cara, talvez bata pela decrição, mas não sei, pelo que me lembro do HD650, eles são bem diferentes. O Senn tem uma sonoridade mais fechada e parece que o calor vem daí, não sei explicar, mas é como se fosse um som quente meio que por ser bem velado e por ter graves mais fortes. No P5, esse calor vem dessa gordura a mais nos médios principalmente (nos graves também) mas também desse “arredonadmento” nos agudos! Poxa, pena que o Rodrigo não conseguiu levar o P5 pro encontro… mas no próximo vou levar!!

  • Muleque esse foi seu melhor review na minha opinião! Gostei demais!!

    • Hahahahaha muito obrigado, Pablo!! Não sei, dessa vez eu acho que me preocupei menos com descrições muito detalhadas… fiz até meio rápido o review, lendo agora não estou tão satisfeito com ele, acho que acabou ficando pouco descritivo, mas em compensação é menos maçante de ler, né!!

  • Arthur

    Amigo, vejo que voce entende e gosta do riscado. To querendo um headphone desses de concha, ou algo parecido, com conexão blutooth, e capacidade de ampliar o som vindo do Tablet. Gosto muito de youtube, e baixo em alta definição pelo android 3.1. Pra um fone dessas características, é impressindível um amplificação interna, pra me dar mobilidade. Gostaria de uma sugestão. Um abraço.

    • Arthur, infelizmente não sei muito a respeito de fones sem fio! De qualquer forma, te desejo sorte na procura por um fone que se adeque às suas necessidades.

  • Arthur

    Acho que to ficando maluco que nem os senhores. Comprei um Philips de concha, e to achando maravilhoso. Já comprei outro, só que de espuma, pra dar uma variada. Estou começando minha coleção.

  • Rodrigo Mendes

    Olá Leonardo,

    Vou comprar um fone, sou leigo, nunca experimentei muitos fones na vida mas diante minha paixão por música e da perspectiva de quase 40 horas de voos/aeroportos daqui a 2 semanas comecei seriamente a pesquisar. Há algumas semanas estava muito perdido e vendo, lendo e intuindo, eliminei muita coisa até chegar numa bifurcação.

    Gostaria da sua opinião, por favor: B&W P5 ou Beyerdynamics DT 1350?

    Vou usar basicamente com I-pod e MacBook (me preocupa, por exemplo, a necessidade de amplificação – não quero comprar amp).

    Ouço muita MPB e logo abaixo jazz, choro, R&B, Soul e música coral. Muitas vezes ouço big bands (acho que nesse caso deveria me preocupar com range de frequencias, certo?). Em um nível abaixo, ouço clássica, pop e rock (nesses casos, quase nada feito nos últimos 20 anos).

    Vejo muitos filmes, séries e shows no Mac.

    Som e Conforto são prioridades. Quanto ao som, não sou grande fã de graves muito pronunciados.

    Tenho um amigo nos EUA e espero poder ter tomado o caminho até dia 6/10 para fazer a encomenda.

    Se puder ajudar, ficaria agradecido.

    Um Abraço,

    Rodrigo.

    • Olá Rodrigo!

      Olha, infelizmente nunca cheguei a experimentar o Beyer, mas só leio elogios a respeito dele. Acho que a qualidade de som em termos objetivos deve ser superior à do P5, mas vejo a possibilidade de vc preferir a coloração do B&W – que, aliás, na minha opinião, se adequa perfeitamente aos estilos de música que vc ouve. Eu costumo preferir graves um pouco mais tímidos, então ele passa um pouco do limite pra mim, mas acho que pra 95% das pessoas não vai ser. Não é nada comparado a um Monster ou Bose, por exemplo.

      Conforto é pessoal, mas considero o P5 incrivelmente confortável e, pelo design do Beyer, não acho que ele vá superar o inglês nesse quesito. Mas, de novo, no puro achismo! Ah, e nenhum dos dois exige amplificação.

      Se eu estivesse no seu lugar, escolheria uma prioridade: coloração eufônica (P5) ou fidelidade (DT1350). Mas, reforçando, estou falando julgando pelo que leio, já que não tenho experiência com o Beyer.

      Estou curioso pra saber a respeito de sua decisão, quando estiver com o fone comenta aqui! 🙂

      Um abraço,
      Léo

      • Rodrigo Mendes

        Léo,

        Muito obrigado pela resposta!

        Certamente deixarei um comentário aqui assim que puder.

        Apesar da sua resposta arrumar algumas coisas na minha cabeça (não necessidade de amp, adequação ao tipo de música que ouço), resta a dúvida: coloração eufônica ou fidelidade?

        Não sei o que é coloração eufônica (nessa, nem o wikipedia valeu-me) mas imagino que tenha a ver com características de graves, médios e agudos.

        Na contraposição que você sugeriu, imagino que fidelidade significaria algo o mais perto possível da configuração que artista imaginou quando da gravação.

        Seria mais ou menos isso?

        E aí nesse caso, acho que só eu posso escolher o lado da bifurcação a seguir… (me perdoe o breve momento audio-filosófico).

        Tenho 2 dias para assentar essas coisas na caixola…

        Obrigado de novo, Léo.

        Seu texto é muito bom.

        Um abraço,

        Rodrigo.

        • Rodrigo, muito obrigado, e não há de que, é um prazer poder ajudar.

          O que quis dizer com a comparação entre coloração eufônica e fidelidade é mais ou menos o seguinte:

          Fidelidade, acima de tudo é neutralidade, ou seja, como vc mesmo falou, uma assinatura mais neutra e passiva, que permite que as características da gravação original ditem o que vc ouve. Monitores de estúdio, por exemplo, sempre têm de ser os mais neutros possíveis, assim como IEMs de monitoração real – como o JH13Pro, por exemplo. Nesses fones, a neutralidade é a prioridade, então eles tentam não acentuar ou amenizar nenhuma faixa de frequência, tentam não ser nem frios nem quentes, etc. Em teoria, estão no meio do caminho em tudo. Obviamente neutralidade absoluta é uma utopia, porque músicas são gravadas e mixadas de forma diferente, então não existe nenhum equipamento que faça toda e qualquer música soar perfeitamente como se fosse ao vivo. O que acontece, então, é que temos um grande número de equipamentos, bem diferentes, que se encaixam na categoria “neutro”, mas entrar nessa categoria ou não, por mais paradoxal que pareça, depende de gosto pessoal. Sei que é estranho, mas na minha opinião é mais ou menos por aí.

          Já coloração é quando algum equipamento não prioriza essa neutralidade absoluta – ao invés disso, tem uma equalização própria (como todos os fones, inclusive os neutros, já que não dá pra ser totalmente neutro, mas nesses “coloridos”, a alteração é mais evidente) que influencia todas as músicas. A audiofilia prega fidelidade máxima, mas isso não impede que as pessoas gostem de certas colorações – alterações –, o que podem torná-las eufônicas para elas, como graves mais fortes, agudos mais calmos, etc. Pra mim, o P5 entra nessa categoria, porque tem uma sonoridade realmente quente e analógica, com médios cheios e “gordurosos”, como eu disse na avaliação. Acho essa coloração extremamente eufônica e agradável, mas ela faz com que eu definitivamente não considere o P5 um fone neutro, o que costuma ser a intenção da audiofilia.

          Então acho que é isso, por ser assim, o B&W foge do que eu normalmente quero, que é neutralidade, mas ele foi pra um lado que me agrada muito em certos momentos. Acho que é um tipo de coloração que vai agradar muita gente pelo fato de parecer analógica, confortável e não fatigante – ideal para uso portátil, real objetivo dele.

          É isso, espero ter esclarecido a situação. Qualquer outra dúvida, é só perguntar!

          Um abraço!
          Léo

  • Rodrigo Mendes

    Traduziu!

    Valeu de novo!

    Abraço!

  • Blueman

    Você chegou a comparar o fone com um head amp e uma fonte mais fiel além do iPod? Me bateu a curiosidade quanto a limitações do próximo frente a fones de maior calibre musical.

    • Grande BlueMan!

      Sim, testei no Little Dot MKVI+ com o DacMagic como fonte e também na saída de fones do Marantz PM11-S2 com o Electrocompaniet ECD-1, e, apesar de ter encontrado algumas diferenças, elas não eram gritantes. Esse parece ser um fone que não escala tão bem!

      • William

        Olá! Primeiramente, parabéns pelo ótimo review.
        Você diz não ter notado grandes diferenças de qualidade sonora o P5 associado seja ao I POD seja a um sistema de referência. Minha dúvida recai não sobre o fone em si, mas à fonte. Com vista em obter o máximo que o fone pode oferecer, posso optar tranquilamente pelo I POD Classic, o mesmo ao I POD Shuffle (que dizem, possui a melhor qualidade sonorora entre todos os I POD’s não obstante ser o mais barato)?
        Grande abraço!

  • Daniel Luiz Costa

    Tenho um p5 já há algum tempo e posso dizer tranquilamente que a minha vida mudou por causa desse bendito fone de ouvido. O isolamento sonoro “passivo” contra ruídos externos é excelente (obviamente não tão bom quanto o isolamento “ativo” da série quiet confort da bose, porém melhor do que o isolamento proporcionado por todos os outros fones “in-ear” e “on-ear” que eu tenho – tenho um bose “mie2” que não chega nem perto do P5 em termos de isolamento – nesse quesito o P5, por incrível que pareça, também consegue ser melhor do que um “around-ear” da AKG que eu uso para tocar bateria eletrônica). Eu trabalho num escritório muito barulhento e um bom fone de ouvido é quase um EPI (equipamento de proteção individual) necessário para fugir um pouco dessa insalubridade sonora que temos por aqui. A pitada de tempero acústico que você citou me agradou muito, principalmente quando escuto jazz. Engraçado que os graves e os agudos do P5 são praticamente FLAT, característica que sinto ao usá-lo para tocar bateria, coisa que tenho feito cada vez com maior frequência, pois os sons dos pratos ficam fantásticos. E não podemos deixar de lado o quesito conforto, que acaba sendo o seu grande diferencial, pois consigo ficar com esse fone durante cerca de 8 horas por dia sem sentir quase nenhum desconforto nas minhas orelhas (e olha que as minhas orelhas são meio grandes, hehe). Somando a tudo isso a beleza do desenho e o requinte dos materiais, digo que é um fone mais do que recomendável.

  • Gente, estou quase adquirindo um B&W P5 esta semana. Os comentários e reviews estão excelentes. Preciso de um fone para meu iPhone e já testei os Bose OE e gostei do som, apesar da mega coloração dos graves. O problema é que os fones da Bose tem um acabamento muito frágil que esfarela em pouco tempo, e isto me direciona para o P5. Só uma simples pergunta deixo: Como são os graves neste fone? O amigo Daniel disse que são tipo “Flat”. É assim mesmo? Como seria a audição daquela música True – Spandau Ballet nele?

    • Daniel luiz costa

      Vá em frente! Os graves são ótimos! Esse tipo de música vai muito bem no p5. Lembre-se: vc terá graves profundos, envolventes, porém não floreados! Vc vai gostar muito do acabamento do fone, pois ele é praticamente todo construído em aço inox, alumínio e couro de ovelha. Tente comprá-lo pelo ebay americano ou britânico p conseguir um preço melhor! Abraço!

    • Hmmm tenho que discordar quanto ao flat… em todos os quesitos! O P5 é um fone consideravelmente colorido, não tanto quanto o Bose mas ainda sim bem longe da neutralidade. Os graves são acima do que eu considero neutro em quantidade, além de um pouco gordos. Já os agudos não tem tanta presença e não são extensos. Falta brilho e transparência.

      Como eu disse no review, me parece uma coloração intencional, que contribui para o seu caráter relaxado e melódico. O que vai dar o veredito final é seu gosto pessoal! Mas, quanto ao acabamento vc definitivamente não tem com o que se preocupar.

      Ah, um adendo… li sobre um mod muito simples que, ao que tudo indica, melhora um pouco esse excesso nos graves. Aí vai: http://www.head-fi.org/t/571560/b-w-p5-ear-cushion-mod#post_7828363

      O resultado final é esse: http://cdn.head-fi.org/1/15/350x261px-LL-152af5c5_photo1.jpeg

      Infelizmente não tenho mais o P5 então não tenho como verificar, mas em teoria faz bastante sentido porque o algodão extra vai absorver mais os graves!

  • Gente, não resisti e comprei o P5, que aliás, estou utilizando neste exato momento em companhia de Chicago – Hold Me ‘Till The Morning Comes e Foreigner – I Don’t want to live whithout you.
    Muito bom o fone, o acabamento excelente, os graves precisos bem diferentes dos fone Bose, que também são muito bons. Mas B&W é B&W, não? Hehehe…

  • Gente, não resisti e comprei o P5, que aliás, estou utilizando neste exato momento em companhia de Chicago – Hold Me ‘Till The Morning Comes e Foreigner – I Don’t want to live whithout you.
    Muito bom o fone, o acabamento excelente, os graves precisos bem diferentes dos fone Bose, que também são muito bons. Mas B&W é B&W, não? Hehehe…

  • Mais uma pergunta pessoal, nos fones que vocês testaram e utilizam o controle que está no fio funciona? Estava muito contente com meu fone, mas como o controle remoto do cabo não funcionava tive de devolvê-lo.
    Isso aconteceu com alguém mais?

    • Daniel luiz costa

      Os botoes do cabo do meu p5 funcionam normalmente c o iphone. Abraco!

  • Mais uma pergunta pessoal, nos fones que vocês testaram e utilizam o controle que está no fio funciona? Estava muito contente com meu fone, mas como o controle remoto do cabo não funcionava tive de devolvê-lo.
    Isso aconteceu com alguém mais?

    • Daniel luiz costa

      Os botoes do cabo do meu p5 funcionam normalmente c o iphone. Abraco!

  • Quando retornei à loja, fizemos testes em outros aparelhos e em outro fone que resultou no mesmo problema. Fiquei frustrado em saber que se houvesse adquirido em uma loja virtual poderia ter vários problemas até que resolvessem o problema. Ressalto a qualidade do atendimento na FNAC do BH Shopping aqui em Belo Horizonte. Estes fones, apesar de serem de uma marca inglesa com alto padrão tecnológico, originalmente são fabricados na China?

    • Daniel luiz costa

      Nao sei qual aEle tem comando p atender chamadas

      • Daniel luiz costa

        Nao sei qual smartphone vc tem! Eu tenho um iphone. Nesse caso o botao do meio do p5 executa os comandos de play/pause e serve p atender chamadas. Ao pressionar rapidamente duas vezes o botao do meio, ele faz com que o iphone pule uma musica (forward). Os outros dois botoes servem p reduzir ou aumentar o volume. Esses sao os comandos que eu conheco e que funcionam muito bem c meu iphone. Sera que a fnac pegou um lote c defeito? Ou sera que os aparelhos testados nao eram compativeis c tais comandos?

      • Também tenho um iPhone 4( versão 5.0.1-9A305). Antes de qualquer coisa verifiquei o site da B&W, busquei informações sobre atualizações e problemas, além de testes em outros ipods. Daí a constatação do “defeito”.

  • Quando retornei à loja, fizemos testes em outros aparelhos e em outro fone que resultou no mesmo problema. Fiquei frustrado em saber que se houvesse adquirido em uma loja virtual poderia ter vários problemas até que resolvessem o problema. Ressalto a qualidade do atendimento na FNAC do BH Shopping aqui em Belo Horizonte. Estes fones, apesar de serem de uma marca inglesa com alto padrão tecnológico, originalmente são fabricados na China?

    • Daniel luiz costa

      Nao sei qual aEle tem comando p atender chamadas

      • Daniel luiz costa

        Nao sei qual smartphone vc tem! Eu tenho um iphone. Nesse caso o botao do meio do p5 executa os comandos de play/pause e serve p atender chamadas. Ao pressionar rapidamente duas vezes o botao do meio, ele faz com que o iphone pule uma musica (forward). Os outros dois botoes servem p reduzir ou aumentar o volume. Esses sao os comandos que eu conheco e que funcionam muito bem c meu iphone. Sera que a fnac pegou um lote c defeito? Ou sera que os aparelhos testados nao eram compativeis c tais comandos?

      • Também tenho um iPhone 4( versão 5.0.1-9A305). Antes de qualquer coisa verifiquei o site da B&W, busquei informações sobre atualizações e problemas, além de testes em outros ipods. Daí a constatação do “defeito”.

  • Hellen

    Para música clássica em geral e principalmente música coral, as paixões de Bach e violão clássico, para escutar Segovia, Julian Bream e outros nessa linha, você indicaria esse fone? Ou daria outra sugestão e qual seria ela?
    Obrigada.

    • Olá, Hellen!

      Depende… se você quer fidelidade, acho que algo como um Sennheiser HD 25-1 II ou Amperior seria mais indicado, ou ainda um Beyerdynamic DT1350. São fones mais neutros mas menos quentes, então se vc preferir uma sonoridade mais eufônica, o P5 é sim uma boa pedida. Mas acho que pra música clássica ele pode soar demasiadamente “macio” e sem textura.

      Se vc estiver disposta a pegar algo bem mais caro, existe o Ultrasone Edition 8, que dois amigos meus compraram há pouco tempo. É portátil também e um desses meus amigos ouve quase que exclusivamente música clássica, e está satisfeitíssimo com o fone. É o dono do Orpheus inclusive, então ele obviamente tem um bom parâmetro. Se esse investimento for justificável pra vc, é um tiro certo pro resto da vida.

      Caso contrário, dê também uma pesquisada nos Sennheisers e no Beyer, talvez eles te atendam melhor.

      Um abraço!

      • Hellen

        Olá!
        Então, por enquanto o Ultrasone Edition 8 está fora do meu orçamento…

        Hoje eu fiz um teste com o P5 e achei fantástico para escutar Dave Matthews Band e outras coisas nesse estilo, mas para música clássica eu achei que realmente a textura deixa a desejar, esse P5 chegar a ser incrivelmente “macio”, o que nem sempre é bem vindo.

        Não achei o Sennheiser HD 25-1 II para testar, mas acho que vou comprar ele, creio que de qualquer forma vai ser um bom investimento, e depois compro o P5, e quando puder, o Ultrasone Edition 8.

        Parabéns pelo site!

        Obrigada,
        Abraço!

  • Hellen

    Para música clássica em geral e principalmente música coral, as paixões de Bach e violão clássico, para escutar Segovia, Julian Bream e outros nessa linha, você indicaria esse fone? Ou daria outra sugestão e qual seria ela?
    Obrigada.

    • Olá, Hellen!

      Depende… se você quer fidelidade, acho que algo como um Sennheiser HD 25-1 II ou Amperior seria mais indicado, ou ainda um Beyerdynamic DT1350. São fones mais neutros mas menos quentes, então se vc preferir uma sonoridade mais eufônica, o P5 é sim uma boa pedida. Mas acho que pra música clássica ele pode soar demasiadamente “macio” e sem textura.

      Se vc estiver disposta a pegar algo bem mais caro, existe o Ultrasone Edition 8, que dois amigos meus compraram há pouco tempo. É portátil também e um desses meus amigos ouve quase que exclusivamente música clássica, e está satisfeitíssimo com o fone. É o dono do Orpheus inclusive, então ele obviamente tem um bom parâmetro. Se esse investimento for justificável pra vc, é um tiro certo pro resto da vida.

      Caso contrário, dê também uma pesquisada nos Sennheisers e no Beyer, talvez eles te atendam melhor.

      Um abraço!

      • Hellen

        Olá!
        Então, por enquanto o Ultrasone Edition 8 está fora do meu orçamento…

        Hoje eu fiz um teste com o P5 e achei fantástico para escutar Dave Matthews Band e outras coisas nesse estilo, mas para música clássica eu achei que realmente a textura deixa a desejar, esse P5 chegar a ser incrivelmente “macio”, o que nem sempre é bem vindo.

        Não achei o Sennheiser HD 25-1 II para testar, mas acho que vou comprar ele, creio que de qualquer forma vai ser um bom investimento, e depois compro o P5, e quando puder, o Ultrasone Edition 8.

        Parabéns pelo site!

        Obrigada,
        Abraço!

        • Hellen,
          O Ultrasone é um fone verdadeiramente high-end, o tipo da coisa que só vale para aficionados mesmo. Se o seu orçamento (ou o seu bom-senso hahaha) não te permite esse tipo de investimento não se preocupe, de repente um HD 25-I-II já vai ser tudo o que vc precisa pro resto da vida.
          Fico feliz que vc tenha tido a oportunidade de testar o P5 e ver que não é o que vc espera – no nosso país isso é difícil, e ficamos dependendo do viagens para isso.
          E em termos de textura, o Sennheiser certamente vai agradar!
          Um abraço!
          Léo

  • Hellen

    Olá!
    Então, por enquanto o Ultrasone Edition 8 está fora do meu orçamento…

    Hoje eu fiz um teste com o P5 e achei fantástico para escutar Dave Matthews Band e outras coisas nesse estilo, mas para música clássica eu achei que realmente a textura deixa a desejar, esse P5 chegar a ser incrivelmente “macio”, o que nem sempre é bem vindo.

    Não achei o Sennheiser HD 25-1 II para testar, mas acho que vou comprar ele, creio que de qualquer forma vai ser um bom investimento, e depois compro o P5, e quando puder, o Ultrasone Edition 8.

    Parabéns pelo site!

    Obrigada,
    Abraço!

  • Hellen

    Olá!
    Então, por enquanto o Ultrasone Edition 8 está fora do meu orçamento…

    Hoje eu fiz um teste com o P5 e achei fantástico para escutar Dave Matthews Band e outras coisas nesse estilo, mas para música clássica eu achei que realmente a textura deixa a desejar, esse P5 chegar a ser incrivelmente “macio”, o que nem sempre é bem vindo.

    Não achei o Sennheiser HD 25-1 II para testar, mas acho que vou comprar ele, creio que de qualquer forma vai ser um bom investimento, e depois compro o P5, e quando puder, o Ultrasone Edition 8.

    Parabéns pelo site!

    Obrigada,
    Abraço!

  • Diego Ventura

    Bom dia! Qual a sua opinião do Bowers Wilkins C5? Um amigo trouxe dos EUA mas achei o som dele normal.

    • Diego, infelizmente, apesar de ter vontade, nunca ouvi um C5! Então não posso opinar!
      Um abraço!

  • André Araújo

    Olá Amigo, antes de mais nada parabenizo pelo excelente e esclarecedor site.
    Realmente eu não tinha tido acesso a tanta informação de qualidade, a não ser dentre de grupos específicos de discussão.
    Iniciativas como a sua democratizam a informação!
    Parabéns, MESMO!

    Já vi que o P5 é um Phone excepcional e, por enquanto a minha escolha de compra. Entretanto me encantei com o modelo P3 por ser um pouco mais portátil. Como meu objetivo é usá-lo em minhas viagens (aeroporto, avião, etc.), me pareceu muito mais prático o P3 que o P5.
    Você já testou o P3?
    Teria algo a me dizer sobre ele, em comparação com o P5?

    Um grande abraço e mais uma vez, parabéns pelo Site! Brilhante!
    André.

    • mindtheheadphone

      Muitíssimo obrigado, André! Fico feliz que tenha gostado.

      Entretanto, infelizmente nunca pude ouvir um P3, por isso não tenho como emitir uma opinião embasada. De qualquer forma, acredito que a diferença de portabilidade entre os dois não seja tão grande, então se vc puder arcar com o custo extra, recomendaria o P5. Já é consideravelmente portátil, excepcionalmente bem construído e apresenta uma ótima qualidade de som.

      Um abraço!

      • André Araújo

        Perfeito meu amigo, obrigado novamente pela dica.

        Diante de tudo que você relatou em sua análise e pelos reviews que pude encontrar na Internet, já me decidi pelo P5.

        A qualidade sonora do P5 realmente me parece ser maior que a do P3.
        Tomo a liberdade de encaminhar um dos links que me ajudaram com esta definição:
        http://youtu.be/w6yUq-VAUzo

        Assim que estiver com o meu P5 em mãos faço questão de voltar aqui para postar meu parecer.

        Mais uma vez muito obrigado pelas informações!

        Grande abraço,,
        André.

        • mindtheheadphone

          Por nada, André! Aguardo suas impressões.

          Um abraço!

          • André Araújo

            Amigos, o P5 é FABULOSO.

            Usei-o por 2 meses antes de postar minhas impressões, buscando não ser tendencioso com a “primeira impressão”, mas ele me surpreende diariamente, e cada dia mais.

            O que mais me incomodava antes de eu tê-lo comprado era o receio dele ser grande.
            Pois ele não é!
            É discreto, excepcionalmente bem construído com acabamento em Metal (alumínio) e revestimento de Couro (de cabra).

            Outro ponto que eu me preocupava muito era o conforto. Outra agradável surpresa: suas almofadas se moldam aos ouvidos criando um isolamento acústico (redução de ruídos) muito bom.
            Utilizo-o às vezes durante 4, 5 horas e ele não me causa nenhum desconforto. Aprovado também neste item.

            Um dos pontos mais fortes do P5 é o Design. Sinceramente, nunca vi um Phone tão lindo em minha vida.
            Tem um toque retrô, mas extremamente elegante.
            E quando utilizamos, é discreto. Ao usá-lo na rua, você não será nunca confundido com um DJ.

            Para concluir, vou resumir tudo o que pude comprovar com ele nas últimas frases deste Review, que espelham exatamente minha impressão musical ao ouvi-lo:
            “[…] o P5 encanta porque não fica à mesma distância de você e da música. Ele pega um ferro de passar roupas, passa na música do jeito dele e senta do seu lado para ouví-la com você.”

            Acreditem, é uma nova maneira de ouvir a música, muito mais pura que eu jamais ouvi.

            Para mim, que gosto de Jazz, é um verdadeiro deleite!

            RECOMENDADÍSSIMO!!!

            Um grande abraço a todos e um agradecimento especial ao autor do Blog “Mid the HeadPhone”.
            Suas informações foram valiosíssimas no momento da definição por este modelo.

            André (felicíssimo com seu P5, companheiro para toda hora).

          • mindtheheadphone

            Muito obrigado André, e fico muito feliz que esteja satisfeito com o P5! É um ótimo fone, um pouco seletivo nos estilos que toca, mas quando tudo se encaixa ele encanta!

  • Segundo Lacerda

    amigo, sou apenas um fã teu, querendo que me tire uma dúvida.. por favor, irei comprar meu primeiro fone nos próximos dias, porém, tenho possibilidade de comprar o Beats pro e o P5, mas, e aí? qual comprar? me ajuda! abs!!!

  • Vinicius

    Obrigado pelo seu review. GRaças à ele, comprei um P5 há 3 meses(era proprietário de um C3, mas queria “mais”) e não me arrependo em nada. Nesse exato momento, ouço “O Velho e o Mar”, do seu colega Rubel e devo admitir: o som que já é ótimo, ficou delicioso nesse fone.

    Obrigado and keep the good job!
    Vinicius

    • mindtheheadphone

      Fico feliz que esteja satisfeito, Vinicius! De fato, acredito que o P5 tenha uma sonoridade muito agradável pra músicas nesse estilo!

      Um abraço!

  • Arlan Cantalice

    Seria esse um bom fone para se escultar musica clássica??Estou a procura de um bom fone nesta finalidade que n tenha preço acima de 1500 reais, quais poderia me indicar??

    Arlan

  • Weudys

    Cara, que Review Show. Achei seu site procurando pad para um P5 de um amigo que está sem. Ele me ofereceu por um preço bom o fone, mas nunca o testei. Pela descrição aqui acho que vale a pena comprar sim 🙂 . Aproveitando, alguém aí sabe onde posso encontrar pad do P5 para comprar.
    Valeu!

    • mindtheheadphone

      Obrigado, Weudys!

      Sobre o P5, sendo sincero, acho que ele se tornou um pouco obsoleto… isso é muito incomum em áudio – fones excepcionais nunca perdem o brilho –, mas a questão é que veio uma enorme leva de fones dessa categoria e nessa faixa de preço que acabaram deixando o P5 meio de lado. Por exemplo, NAD Viso HP50, KEF M500, Sennheiser Momentum e Focal Spirit. Acredito que todos sejam melhores que o P5!

      De qualquer forma, se o preço pelo qual o seu amigo ofereceu estiver bom, ainda vale a pena, já que é um bom fone e importar alguma dessas outras opções que te dei não é tão fácil.

      Quanto aos pads, acho que no Brasil vc só consegue com a Som Maior, que é importadora oficial da B&W. Mas não acho que vá ser muito barato não…

      Um abraço!

  • Diego Ventura

    Em primeiro lugar, parabéns pelo site! Fantástico! Estou em dúvida entre o P5 e o Sennheiser Momentum (over-ear). A diferença de preço é 200 reais a mais para o Sennheiser. Particularmente achei o P5 mais bonito, mas tenho uma impressão que o Seinnheiser isola melhor (já testei os dois, mas foi em lojas diferentes e em ambiente diferentes). Pode me ajudar?

    • Olá Diego, obrigado!

      Acho que o Sennheiser é mais confortável e isola mais, mas o P5 é mais compacto e mais elegante. Em termos de sonoridade ambos são mais relaxados, mas acho que o B&W é um pouco mais colorido. Vai de gosto!

      Um abraço!

      • Diego Ventura

        O que você chama de colorido?

        • Diego, dê uma olhada na página Glossário, na aba Informações do menu superior. Um fone é colorido quando diverge consideravelmente de padrões aceitáveis de neutralidade. Isso não necessariamente é ruim, visto que ele pode ser colorido em consonância com o seu gosto pessoal, mas geralmente isso faz com que ele esteja mais longe de mostrar de forma isenta e passiva o que está na mídia.

          • Diego Ventura

            Vlw! Muito obrigado pela ajuda! Abs

          • Diego Ventura

            Entendi. E sobre o P7 em frente ao Sennheiser? Acha que vale a pena?

          • Aí sim! Acho o mais interessante dos três!

  • Alex Samsonas

    Você acha que o P5 por $650 compensa? Procuro um on-ear não muito grande e com bom isolamento. Fui usuário de intra auriculares durante um bom tempo mas agora quero ir para um on-ear.

    • Olá Alex,

      Depende dos seus objetivos, já que existem diversos fones excelentes nessa faixa de preço. Acho que o P5 é interessante para gêneros mais calmos, como jazz, e não se sai tão bem com rock, música eletrônica ou outros estilos que dependem de uma apresentação mais energética. Nesses casos, acho que algo como um Sennheiser HD 25-1 II (que as vezes pode ser encontrado por esse preço) é mais interessante.

      Um abraço!

      • Alex Samsonas

        Ouço mais rock. Vi esse Sennheiser HD 25-1 II mas só no Mercado Livre. Estou bastante interessado também no AKG 619 ($ 250) ou no JBL e40bt. Alguma recomendação?

        • Alex, o AKG não conheço, e o JBL já avaliei aqui no site. Gosto dele, mas não se compara ao HD 25. Se for um vendedor com boa reputação no ML, não há com o que se preocupar.

          Ele é minha recomendação.

          Um abraço!

  • Willians Boves

    Possuo o P5 há um bom tempo. Costumo ouvir rock, principalmente coisas como Queen, Led Zeppelin, Aerosmith, Guns N’ Roses e afins. Por outro lado, também sinfonias e obras orquestrais em geral. É verdade o atestado sobre a coloração que o P5 adere à música, o que, para o meu gosto pessoal, tende a trazer mais prejuízos às sinfonias que aos demais estilos. Coisas da linha de Dire Straits e jazz parecem ter se beneficiado desta coloração que, li, seria como as caixas da linha Nautilus (aliás, ele soaria como tais caixas!). Como alternativa ao P5, tomando por referência o seu superior P7, qual fone (de preferência disponível no Brasil) poderia me servir?

    • Olá, Willians!

      Para esses gêneros, não dá pra não recomendar um Grado. São os melhores fones do mundo pra rock, principalmente clássico. Não é tão fácil achar por aqui, mas vc consegue com alguma regularidade em locais como nos Classificados do nosso fórum, nos do HTForum ou no grupo de Facebook Compra e Venda de Fones de Ouvido e Acessórios High End. Pode ser qualquer modelo que caiba no seu orçamento – SR80, SR125, SR225, RS1, RS2 e PS500. Só não recomendaria, no seu caso, o SR325, o PS1000 ou o GS1000.

      Um abraço!

      • Willians Boves

        Obrigado pela dica. Por ora encontrei o SR 80e e o SR 325i, além do RS1, que está um pouco longe do que pretendo investir. Pelo que explicou, o SR 80e pode ser uma boa opção? Outra coisa: meu PC é equipado com uma sound card Sound Blaster Z. Um DAC dedicado como o Parasound Zdac conectado via cabo ótico à placa traria ganho ao sistema?

        • Willians, já te respondi no Facebook, mas pra esses fones, acho desnecessário partir pra algo como um ZDac – até porque, se vc pegasse um, vc também precisaria de um amplificador. É exagero para esses Grados, pelo menos nesse momento!