JH Audio JH13 Pro

INTRODUÇÃO

Fones de ouvido, geralmente, podem ser divididos em duas grandes categorias: grandes e pequenos. É possível encontrar modelos não só num meio termo mas também nas extremidades (às vezes muito extremas). Mas uma regra geral é que os grandes são capazes de uma qualidade de som muito melhor do que os menores. Ou seja, quem quer qualidade sem compromisso, deve ir atrás de um bom full-size. Logicamente diversos outros fatores entram na jogada, como conveniência e portabilidade, além do custo, mas o habitual é que um bom circunaural ou supra-aural tem uma performance objetiva bem maior do que a de IEMs na mesma faixa de preço. Digo subjetiva porque é perfeitamente aceitável que alguém prefira um in-ear, mas falando em nome de uma maioria, não há comparação.

Logo após o ainda recente crescimento do setor dos fones de ouvido realmente high end (sobre o qual falei no review do AKG K701), onde se encaixam Sennheiser HD800, Beyerdynamic T1 e Grado PS1000, um novo jogador entrou em campo para disputar espaço, causando um grande alvoroço no head-fi e desafiando a lei do “maior é melhor”: o JH Audio JH13 Pro.

Monitores custom não são novidade; a americana Ultimate Ears foi uma das primeiras empresas a oferecê-los, mas eles eram focados no uso por músicos profissionais como retorno de palco, visto que o molde customizado permitia um alto grau de isolamento – fundamental para que o volume do retorno fosse mais baixo, e portanto mais seguro para o uso sem danos tão fortes à audição.

O mercado cresceu substancialmente, e outras companhias rapidamente passaram a oferecer alternativas. O resumo da história é que, com o surgimento e crescimento exponencial da venda de players portáteis como o iPod, audiófilos foram em busca das melhores formas de escutar músicas fora de casa, e os IEMs são a escolha mais conveniente. No topo do pinheiro dos intra-auriculares se encontram os monitores custom.

Apesar de já existirem há algum tempo, parece que os custom IEMs só foram massificados após a venda da Ultimate Ears para a Logitech, que possibilitou que seu criador, Jerry Harvey, criasse a JH Audio e sua obra prima, o JH13 Pro. Ele causou uma explosão no head-fi que, surpreendentemente, o colocou no nível dos full-size topo de linha. É um intra-auricular moldado para o ouvinte, e possui seis drivers de armadura balanceada por ouvido: dois para graves, dois para médios e dois para agudos. Dois drivers reproduzindo o mesmo som significa que cada um deles terá que fazer metade do trabalho para um dado volume, se comparados a apenas um driver reproduzindo esse mesmo som. O resultado é uma maior capacidade de trabalhar a volumes mais elevados, com um nível de compressão muito menor.

ASPECTOS FÍSICOS

Ao contrário de intra-auriculares universais, para usar um JH13 Pro, é necessário fazer um molde do canal auditivo, que pode ser feito num audiologista. O fone é confeccionado a partir desse molde, o que permite um grau muito mais alto de isolamento a um maior espaço para alocar os drivers dentro de cada fone. Em teoria, o conforto também é muito maior.

Ele é feito de acrílico e pode ser confeccionado ao gosto do cliente, que escolhe a cor e um artwork que pode ser colocado na faceplate (a parte visível do fone quando ele está colocado).

Escolhi pelo fone transparente com a custom fibre art de artwork (o da primeira foto). Ele é bem acabado, mas não é o melhor que já vi – já vi de perto um UM Miracle que tinha uma acabamento melhor. Por exemplo, existem dois pequenos “relevos” em dois lugares, provavelmente pedaços que não foram completamente lixados. Também tive o azar de não obter um fit perfeito, provavelmente porque o molde foi feito com mais pressão do que deveria. Portanto, em breve pretendo mandá-lo novamente à JH Audio para corrigir o problema. Do jeito que está, causa um grande desconforto após algum tempo de uso.

Os acessórios são escassos. O IEM acompanha uma caixinha de acrílico à prova d’água e de choque, uma bolsinha de algum material parecido com veludo e um removedor de cera, além do manual (que aliás é escrito de um jeito bem humorístico e descontraído). O cabo é de boa qualidade, parece resistente e é bem leve, transmitindo pouca microfonia. Em compensação, escolhi pelo cabo transparente, que após pouco tempo começa a esverdear, o que é um problema conhecido desse cabo mas que não tem solução. É apenas estético, mas pode incomodar alguns.

O SOM

Vou começar sendo bem sincero: primeiro de tudo, na primeira vez que coloquei o JH13 Pro para tocar no meu iPod, definitivamente não me impressionei. Encontrei um ótimo equilíbrio tonal e pronto. Não havia nenhuma qualidade sendo jogada na minha cara, querendo chamar atenção – foi até meio decepcionante. Os graves tinham bastante presença, mais do que eu estava acostumado, os médios eram claros e neutros e os agudos tinham uma presença e extensão muito evidentes.

Molde do canal auditivo

Segundo, nunca achei tão difícil escrever uma avaliação. O que acontece é que na maioria dos fones de ouvido, é possível encontrar uma voz própria que se impõe em todas as músicas. Podem ser menos evidentes em alguns e mais em outros, mas ela está lá, e então o que eles reproduzem está muito condicionado ao fone.

No JH13 Pro, no entanto, frequentemente me vejo notando alguma característica em alguma música, por exemplo, achando que ele tem graves um pouco excessivos. Mas aí, quando ouço outra coisa, os graves simplesmente sumiram. Em outros momentos, fico querendo mais calor. Só que coloco Kiss From a Rose do Seal e todo o calor do mundo está lá.

O que acontece, acho, é que nesse IEM, o que entra, sai. Logicamente não é de forma absoluta e passiva, mas nunca ouvi dependência de gravação e fonte dessa forma. É sem dúvida alguma o meio de reprodução mais passivo que já encontrei, e essa frase está vindo de uma pessoa que ouve quase diariamente um par de Jamo R907 (procurem no Google e verão o que é) e que já ouviu obras de arte como Morel Fat Lady, Wilson Audio Puppy e Klipsch Palladium P39F. Não estou dizendo que o fone não impõe suas características porque isso é impossível, mas ele está mais perto disso do que qualquer coisa que eu já tenha ouvido.

Acho que esse é um daqueles fones que não te impressiona de primeira, mas com o tempo vai revelando suas verdadeiras qualidades, que não são tão evidentes numa primeira audição. Mas isso muda.

O JH13 Pro é simplesmente fenomenal.

Primeiro de tudo, o equilíbrio tonal é provavelmente o que considero ideal. Não se esqueça que, na minha opinião, o essa característica é uma das mais importantes num fone, visto que é o que caracteriza a voz do fone. Os graves têm peso, impacto e definição – características que não costumam andar juntas –, os médios são calorosos, transparentes e presentes, e os agudos têm a melhor apresentação que já ouvi num fone de ouvido. Não são perfeitos, como você vai ver mais adiante, mas em questão de presença, estão no ponto.

Algo que costuma ser como uma regra geral em IEMs é a questão dos graves em fones de armadura balanceada e dinâmicos. Geralmente, estes são caracterizados pelo impacto e presença, enquanto aqueles por uma certa linearidade, textura e definição. Não sei bem como, mas o JH13 Pro tem os dois. Não sou uma pessoa que se importa tanto com impacto, mas ao mesmo tempo isso não significa que ele não é importante. Peso, textura e definição são invejáveis. O K701 ainda era minha referência em graves, mas o JH13 Pro tomou seu posto. O AKG tem graves mais secos, mas o IEM tem tanta definição e textura quanto ele, mas adiciona uma certa gordura, por assim dizer, um pouco de romance e liquidez. Músicas eletrônicas também se beneficiam, e muito, dessa resposta nas baixas frequências, assim como rock. Mas vou entrar em mais detalhes quanto a isso mais pra frente.

Os médios também são um ponto forte do JH13 Pro. Apesar de achar que em alguns casos poderiam ser postos um pouco mais à frente, vejo isso mais como uma preferência minha do que um defeito do fone, que parece ter os médios no lugar certo, não só em questão de quantidade, mas também de qualidade. Parecem estar exatamente no centro do debate calor vs. transparência. Por essa razão, em alguns momentos acho que um tiquinho a mais de transparência cairia bem, apesar de o detalhamento ser excelente.

Não obstante, os médios do IEM não são nada menos que sensacionais. No Piano Concerto n.2 de Rachmaninoff com o solista Lang Lang, encontrei a melhor apresentação de um piano que já vi num fone de ouvido. A gravação é excelente, e aliada ao timbre extremamente correto do JH13 Pro, o piano parece fazer jus à sua classificação de instrumento percussivo. O ataque às cordas é incrivelmente evidente, mas sem perder a delicadeza e melodia que o caracteriza. Vozes não ficam atrás. Tanto vocais femininos quanto masculinos apresentam um grau de naturalidade e realismo de cair o queixo.

Nos agudos, a coisa complica. Como disse anteriormente, a apresentação é uma das melhores que já ouvi porque a presença está no ponto, a extensão é excelente e eles são incrivelmente lineares. No entanto, apresentam três problemas: granulação muito evidente, sibilância e, para mim o pior, o timbre parece estar errado. Tanto a granulação excessiva quando a sibilância não me incomodam muito, mas obviamente não são características prazerosas. O timbre, no entanto, poderia ser bem melhor.

O que acontece é que pratos de bateria soam finos e têm muito menos corpo do que deveriam ter. É como se algo que deveria soar como “shwaaaah”, soasse como “shwiiiih”. Parece tosco, mas é uma boa forma de expressar o que ouço. Ainda sim não é um problema muito sério, mas para os meus ouvidos, está lá. É interessante perceber que nunca ouvi nenhuma reclamação a respeito disso, o que me leva a crer que, por ser um custom, existem pequenas diferenças decorrentes do posicionamento dos drivers e comprimento do canal. Muitos usuários não reportam sibilância e nunca li nada sobre o problema do timbre. É possível que o meu seja um caso isolado.

Fora esses problemas, não tenho do que reclamar – muito pelo contrário. Essa presença “spot-on” dos agudos resulta numa claridade e transparência muito grande. A sensação que tenho, após ouvir outros IEMs por algum tempo e depois passar para o JH13 Pro é a de ter retirado um véu da música. É uma sensação parecida, apesar de muito menos significativa, com a de ouvir um Stax estando acostumado a fones dinâmicos.

Agora que pude (tentar) descrever como o IEM se comporta com relação às diferentes faixas de frequência, posso passar para outras características, que na minha opinião, são fundamentais para separar o JH13 Pro do resto dos fones.

Primeiro de tudo, como já disse antes, existe a questão de ele ser muito dependente da fonte. Esse é o caso com relação à sonoridade geral do fone, mas é especialmente evidente no que diz respeito ao “tamanho” do som gerado por ele. Em todos os fones que já pude ouvir (talvez exceto o AKG K1000), existe uma certa consistência no tamanho – e dinâmica – do som que eles apresentam. Mesmo que estejam tocando algo pequeno e delicado, de alguma forma já existem evidências de até onde esse tamanho pode chegar. É como se o ambiente projetado tivesse um tamanho fixo. Em alguns casos essa característica é muito forte, como por exemplo no K701, que toca qualquer coisa numa caverna, ou no SE530, que toca sempre numa parede.

No JH13 Pro, no entanto, não é bem assim. É comum, por exemplo, em algumas músicas de rock, se assustar quando a introdução com apenas uma guitarrinha limpa se torna uma verdadeira parede de guitarras de um tamanho descomunal. O mesmo ocorre em peças orquestrais. Isso, aliás, me trás a uma outra questão, que é o desempenho espetacular do IEM em rock. É chocante o impacto e ataque que fones desse tamanho conseguem gerar. Ouvindo Creed e Smashing Pumpkins, por exemplo, não consigo fazer o sorriso do meu rosto desaparecer. É, sem dúvida alguma, a performance para rock mais convincente que já tive o prazer de escutar. A palavra é essa, ataque. É como levar um soco nos ouvidos, o que é uma contradição quando comparamos essa capacidade à delicadeza e suavidade das quais ele é capaz em coisas não agressivas. Novamente voltamos à passividade sobre a fonte.

Ainda com relação a esse tamanho, existe uma capacidade impressionante desse IEM, que é a de escalar o som a volumes ensurdecedores sem níveis perceptíveis de compressão. O que acontece normalmente, tanto com fones e caixas de som quanto com amplificadores, é que, em volumes muito elevados (ou perto do máximo nos amplificadores), o som começa a comprimir. Isso é percebido da seguinte forma: num volume baixo, os instrumentos possuem um tamanho pequeno e ocupam um lugar pequeno no espaço. Num volume mais elevado, eles aumentam de tamanho e o espaço relativo entre os instrumentos também aumenta. Porém, chegando a determinados volumes, parece que os instrumentos e esse espaço páram de aumentar, e o que acontece é que o volume fica mais alto mas o som (e o espaço percebido) começam a comprimir de forma acentuada.

No JH13 Pro isso não acontece, devido à existência dos drivers duplos para cada faixa de frequência. Isso significa, como já disse na introdução, que o fone é capaz de trabalhar a volumes elevadíssimos sem qualquer compressão – o efeito é chamado de “increased headroom”, ou “teto elevado”. Na teoria é uma coisa, mas na prática é outra. Eu sabia dessa capacidade, mas não achei que fosse ser uma coisa audível. Eu estava enganado. Em volumes um pouco mais felizes, essa qualidade é bem notável – e fantástica.

Essa questão do tamanho parece estar diretamente relacionada a duas outras. Uma delas é a independência das faixas de frequência. A passividade do JH13 Pro frequentemente se mostra na capacidade de praticamente isolar a reprodução das faixas. Por exemplo, em algumas músicas a sensação é a de que os drivers de graves estão desligados. É comum estar ouvindo alguma coisa praticamente sem graves e, de repente, quando eles surgem, se perguntar “de onde diabos veio isso??”

Uma outra qualidade é a do palco sonoro. Li alguns relatos que diziam que o palco desse IEM era melhor do que a de monstros como Sennheiser HD800 e AKG K701. Nunca ouvi um HD800, mas posso falar pelo K701. Essa afirmação é e não é verdade. Em termos objetivos, ou seja, o tamanho do espaço projetado e a precisão no “pin-point” dos intrumentos é sim maior no JH13 Pro. Ele é capaz de gerar um ambiente inteiramente dependente da gravação dentro da cabeça, com uma especificidade surreal na renderização dos instrumentos em seus respectivos lugares, recorte e arejamento. Em compensação, esse efeito, apesar de melhor e muito mais fielmente reproduzido, é muito menos evidente e convincente no IEM, que, ao contrário dos full-sizes, não é capaz de retirar essa imagem da cabeça. Portanto, não é tão simples escolher entre a performance de um e a de outro. Dito isso, não preciso nem falar sobre a separação instrumental – não imagino como poderia ser melhor.

O detalhamento também é impressionante. Se estiver gravado, pode ter certeza que você vai ouvir. Portanto, não adianta querer um desses para ouvir mp3s a 128kbps. A compressão torna-se muito evidente.

CONCLUSÃO

Esse custom IEM desafia noções pré-estabelecidas em áudio. Notaram que fiz poucas referências a estilos musicais? Pois é. Não existe estilo musical no qual ele não se sinta perfeitamente em casa. Como disse, rock é um no qual ele se destaca, mas não ouvi nada em que ele não se saísse incrivelmente bem. É o meio de reprodução mais passivo e neutro que já tive o prazer de ouvir.

Se você, leitor, puder comprar um JH13 Pro, por favor, faça esse favor a si mesmo. É impossível não ficar satisfeito.

Ficha Técnica

JH Audio JH13 Pro – US$ 1099,00

  • 6 drivers de armadura balanceada: dois para graves, dois para médios e dois para agudos
  • Sensibilidade (1 mW): 119 dB SPL/V
  • Impedância (1kHz): 28
  • Resposta de Frequências: 10Hz – 20kHz

Equipamentos Associados:

iPod Classic, iMac, Cambridge Audio DacMagic, Little Dot MKIII

49 Comments
0
  • Eric

    Clap! Clap! Clap! Clap!
    Parabéns, Leo!
    Muito bom mesmo!
    Um dia ainda vou ter um desses…
    Abraços, Cara!

  • Rafael

    Uma coisa que pra mim diferencia a sua escrita, Leonardo, em relação à maioria dos reviews, é que você não usa termos como “os graves são muito bons, não distorcem nada, os agudos são super definidos e nunca sibilam”, etc. Vejo gente usando características tão genéricas que um CK10 é descrito da mesma maneira que um CKM55. Sempre tive muita curiosidade em imaginar como é o som do JH13/JH16, e essa foi a análise mais tangível pra mim.
    O principal diferencial é a maneira como você consegue descrever um som, assinatura ou característica de forma a, mesmo sem uma referência 100%, seja possível imaginar o som. Que vontade danada de ter um desses, mas deixa eu me divertir ainda com meu Triple Fi que tá pra chegar, hehe.

  • willi zografos

    muito util ,bem explicado, didático, valeu.

    abraços

  • Sr. Burns

    Leo, acho que por ser custom, cada fone desse tem o som um pouco distinto um do outro. O meu não tem sibilância, os agudos são excelentes, mas os graves do meu são magros, mesmo em músicas que possuem bastante grave. Não que eles não estejam lá, mas soam magros, como se estivessem separados do resto da música.

    • Poxa, muito interessante ler isso, Rafael! Eu suspeitava disso porque realmente, nunca ouvi nenhum tipo de reclamação a respeito dos agudos e, pra mim, o timbre deles é estranho. Não é que seja ruim, mas é parecida com a sua reclamação dos graves, eles não têm corpo!

      E sobre os graves, realmente, essa característica definitivamente não existe no meu fone. Acho que pra não ficar satisfeito com o que ouço do meu em termos de graves, tem que ser um verdadeiro bass-head.

      Mas porque será que o som é diferente? Será que é por causa do posicionamento dos drivers e comprimento do canal? O que vc acha?

      • Sr. Burns

        Eu acho que é pelo formato do ouvido de cada um, como vc disse o comprimento do canal deve variar bastante. Eu não sei se o posicionamento dos drivers muda tanto de um fone para outro, nunca reparei nisso. O Fernando Hissataka tem um JH13 e disse que o dele parece que tem um subwoofer dentro, que tem graves animais, mais graves que o Grado GS1000!! Foi até baseado na opinião dele que resolvi comprar o JH13 e não o 16, pois fiquei com medo do 16 ter graves demais, tipo um UE Super.fi 5 EB. Eu acho que a JH deveria enviar junto com o fone um gráfico de resposta de frequencia de cada um, para compararmos. Eu lembro o dia que o meu JH chegou, fui todo empolgado ouvir e foi quase uma decepção, eu até achava que os drivers de graves estavam com defeito, mas toquei umas faixas de teste, de 30 Hz, 40 Hz, etc, e ele reproduzia, mas baixo. Mandei um email para a JH reportando o “problema”, eles disseram para eu enviar o fone de volta que eles iam testar, mas po***, eles não testaram ANTES de me enviar?? Eu ia ter que arcar com os custos do frete de ida, frete de volta e imposto, então desisti.

        • Ah, entendi! Poxa, o pior é que eu também acho que o meu tem mais graves que o GS1000i! Mas será que ainda não vale a pena mandar? É um fone fantástico, tenho certeza de que vc iria gostar muito se não fosse esse problema!

          Mas realmente, ouço histórias pavorosas a respeito do pós venda deles. O Rodrigo Pita passou por uma novela, vc soube??

  • Sr. Burns

    Não soube não, o que aconteceu com ele?

  • Arabe

    Parece um rato morto, um gogo, menos um fone!!!

    • Arabe, é porque é moldado para os ouvidos do dono – então a forma vai ser ditada pela forma dos ouvidos. A estética fica em segundo lugar para a funcionalidade.

  • Arabe

    Parece um rato morto, um gogo, menos um fone!!!

    • Arabe, é porque é moldado para os ouvidos do dono – então a forma vai ser ditada pela forma dos ouvidos. A estética fica em segundo lugar para a funcionalidade.

  • Henrique Foletto

    Olá Leonardo, tudo bem com você? Em primeiro lugar gostaria de agradecer por essa maravilhosa Avaliação, realmente nos conta muito do fone! Estava procurando um fone para uso portátil, mas não consigo me decidir, acho essa escolha extremamente difícil, pois em full-sizes fica ainda mais difícil de escolher. Eu queria um fone para escutar algo como Indie Rock, Rock Alternativo, Um pouco de musica eletrônica, e coisas do gênero. EM fones full-size, Acredito que talvez o Ultrasone Edition 8 possa ser o que procuro, mas para uso direto em um Pc, ou iPod, ele soaria melhor do que um CUstom IEM como o JH 13, JH 16, e assim por diante?
    Outro fator extremamente importante: Como é o Conforto de um Custom IEM? Sei que nesse seu caso não teve um Fit perfeito, mas em geral, eles ficam muito atrás de um Full-Size?
    Obrigado mais Uma vez!

    • Obrigado, Henrique!
      Bom, acho o seguinte: o Ultrasone se encaixa sim no que vc procura, ele definitivamente é um fone energético que se dá bem com esses estilos. Não é bem o que eu procuro num fone, mas não dá pra negar que o que ele faz, faz muito bem. O JH13, pro meu gosto é melhor, porque consegue ser muito energético, mas sem ser agressivo. Então acho que aí é gosto pessoal. Sobre uso com o iPod, o ED8 é muito menos eficiente – pra eu usar com o iPod, tinha que colocar perto do volume máximo, enquanto com o JH13 costumo ouvir na metade, nunca passando de 75%. Tocar ele toca, e bem, mas vc tem que abrir bastante o volume do player. Imagino que com um PC isso seja um problema menor. E quanto ao conforto, não tenho muito como comentar, é uma situação muito particular, o que é confortável pra mim pode ser extremamente desconfortável pra vc e vice-versa!
      Um abração!

      • Henrique Foletto

        Obrigado pela Resposta Leonardo!
        Pelo muito que ouço falar, o JH13 ( e o 16 ) são realmente muito bons. Por você ser super exigente e ainda gostar muito do JH 13 é coisa boa na certa! Mas me preocupo muito com a sensação ao usa-los. Pelo menos comigo, quando uso um Full-size como o D5000 a sensação é ótima, parece que saio desse mundo e me encontro sozinho com a música, como li em algum lugar “Esqueço da minha existência”. Já com o Fone da Apple ( praticamente único IEM ( se é que pode ser chamado assim ) que já testei ) é completamente diferente, o som da música se mistura com o som do ambiente, o conforto é nulo, e parece que o impacto de tudo é muito artificial… Com o D5000, mesmo em um amp bem simples, os impactos e mudanças da músicas são bem definidas, os graves tem profundidade, algo gostoso de se ouvir, já nesse fone da Apple parece tudo muito artificial, a música vira outra…

        Desculpe perguntar isso, mas existe um modo de descrever sobre a sensação ao usar o JH 13? ele depende muito dos ruídos externos?

        Obrigado mais uma vez!

        • Henrique, realmente não tenho como te responder… suas sensações quanto a isso são muito particulares! Eu por exemplo não tenho essas impressões e sensações, então é inclusive difícil de conseguir entender o que vc quer dizer exatamente. É uma coisa muito pessoal.

          O que posso te dizer é que o fone da Apple provavelmente não está isolando bem, porque em teoria o isolamento deveria ser significativamente maior que o do Denon. O um custom vai isolar ainda mais, então a música definitivamente não vai se misturar com o som do ambiente.

          Sobre a artificialidade, também é complicado entender se isso está relacionado ao tipo de fone ou é algo específico do IEM da Apple. Veja bem, não estou em momento algum dizendo que suas impressões são erradas ou estão sendo mal explicitadas, muito longe disso! É só que refletem sensações muito particulares, e uma relação muito específica – dependente dessas sensações – sua com os fones, então eu realmente não tenho como opinar…

          Só posso te dizer que se a preocupação for ruídos externos, pode ficar tranquilo. Um custom vai isolar mais que o Denon e o fone da Apple juntos!

          Um abraço!

  • Thiago

    Leonardo, parabéns pelo excelente review.
    eApesar da data post espero que ainda possa ler minha pergunta. Sou usuário de Shure SE530 a quase 3 anos, mas nada dura para sempre e meu fone está quase totalmente destruido inclusive com o cabo com mau contato tao sério que ipossibilita seu uso. Visto essa situacao está na hora de trocar de fone. Após pesquisar bastante fiquei entre JH13 e JH 16, inclusive li dois reviews debrasileiros com compraram ambos, mas se desfiseram do JH 16 para ficarem com o 13. Mesmo diante disso ainda tenho duvida quanto a qual dos dois devo comprar, trata-se de um investimento muito alto para mim e não posso errar visto que nao posso revender um custom.
    Gostaria de sua opinião quanto qual dos dois fone devo comprar. Pelas minha estimativas ao final com frete, molde auricular e outras despesas custará bem mais de 3.000 reais com a atual cotação do dolar e por esse motivo tenho que alguma segurança para não me arrepender depois.
    Desde já agradeço pela ajuda.

    • Olá Thiago!

      Olha, como eu passei de um SE530 e IE8 para o JH13, posso te dizer o que vc vai achar num JH13: basicamente, ele tem um pouco mais de graves, muito mais agudos (mas sem ficar agressivo, pelo contrário), e médios consideravelmente mais recuados que o SE530. Mas não é uma assinatura em V, longe disso. É o que eu chamaria de um neutro mais energético; lembra muito monitores de estúdio, é aquele som com bastante vigor e impacto mas que sabe ser extremamente doce. É também muito mais refinado, transparente e natural.

      O JH16 é mais complicado porque tem um incremento nos graves, e vc pode gostar disso ou não. Eu, pessoalmente, não gostaria. O JH13 já é o ideal. Então acho que a questão é: o quanto mais de graves vc quer, em relação ao SE530? O JH13 já vai te dar um pouco mais, enquanto o JH16 vai te dar muito mais.

      Uma outra opção que vou te sugerir é a seguinte: um amigo meu, o Filipe, recentemente se tornou representante da Unique Melody, que também fabrica customs. É bem conhecida, mas não tanto quanto a JH Audio. Nunca ouvi um fone da marca, mas conheço pessoas que têm e gostam bastante, e o acabamento é muito melhor que o da JH. Então assim, não posso te dizer como o top de linha, o Miracle, se compara ao JH, porque nunca o ouvi, mas estou te dando essa sugestão porque é uma marca que conta com representação oficial no Brasil. Vc pode comprar tudo diretamente com o Filipe que ele cuida de todo o trâmite, inclusive de possíveis refits e até de uma possível revenda. Talvez valha a tentativa! Se quiser, te passo o contato dele.

      Espero ter ajudado! Um abraço!

  • Thiago

    Leonardo, parabéns pelo excelente review.
    eApesar da data post espero que ainda possa ler minha pergunta. Sou usuário de Shure SE530 a quase 3 anos, mas nada dura para sempre e meu fone está quase totalmente destruido inclusive com o cabo com mau contato tao sério que ipossibilita seu uso. Visto essa situacao está na hora de trocar de fone. Após pesquisar bastante fiquei entre JH13 e JH 16, inclusive li dois reviews debrasileiros com compraram ambos, mas se desfiseram do JH 16 para ficarem com o 13. Mesmo diante disso ainda tenho duvida quanto a qual dos dois devo comprar, trata-se de um investimento muito alto para mim e não posso errar visto que nao posso revender um custom.
    Gostaria de sua opinião quanto qual dos dois fone devo comprar. Pelas minha estimativas ao final com frete, molde auricular e outras despesas custará bem mais de 3.000 reais com a atual cotação do dolar e por esse motivo tenho que alguma segurança para não me arrepender depois.
    Desde já agradeço pela ajuda.

    • Olá Thiago!

      Olha, como eu passei de um SE530 e IE8 para o JH13, posso te dizer o que vc vai achar num JH13: basicamente, ele tem um pouco mais de graves, muito mais agudos (mas sem ficar agressivo, pelo contrário), e médios consideravelmente mais recuados que o SE530. Mas não é uma assinatura em V, longe disso. É o que eu chamaria de um neutro mais energético; lembra muito monitores de estúdio, é aquele som com bastante vigor e impacto mas que sabe ser extremamente doce. É também muito mais refinado, transparente e natural.

      O JH16 é mais complicado porque tem um incremento nos graves, e vc pode gostar disso ou não. Eu, pessoalmente, não gostaria. O JH13 já é o ideal. Então acho que a questão é: o quanto mais de graves vc quer, em relação ao SE530? O JH13 já vai te dar um pouco mais, enquanto o JH16 vai te dar muito mais.

      Uma outra opção que vou te sugerir é a seguinte: um amigo meu, o Filipe, recentemente se tornou representante da Unique Melody, que também fabrica customs. É bem conhecida, mas não tanto quanto a JH Audio. Nunca ouvi um fone da marca, mas conheço pessoas que têm e gostam bastante, e o acabamento é muito melhor que o da JH. Então assim, não posso te dizer como o top de linha, o Miracle, se compara ao JH, porque nunca o ouvi, mas estou te dando essa sugestão porque é uma marca que conta com representação oficial no Brasil. Vc pode comprar tudo diretamente com o Filipe que ele cuida de todo o trâmite, inclusive de possíveis refits e até de uma possível revenda. Talvez valha a tentativa! Se quiser, te passo o contato dele.

      Espero ter ajudado! Um abraço!

  • Wellington

    Leonardo, acabei de encontrar seu site pesquisando sobre o referido JH13.
    Não ha como não comentar: parabéns pelo excelente site e pela análise perfeita, o que só me fez ter ainda mais curiosidade quanto a esse modelo. rs

    Possuo um Shure SE535 que também possui uma análise comparativa aqui no seu site. Sou novo no ramo da “audiofilia” e gostaria da aproveitar sua experiencia nessa área e lhe pedir a sua opinião:

    Acho o som do Shure excelente e ainda estou aprendendo a conhecer melhor os detalhes das músicas através dele, coisa que jamais imaginaria existir com outros fones posso perceber com ele, porém, acho que ele não tem um grave notável, por exemplo. Em determinadas músicas de rock/heavy o som do baixo fica muito distante quase imperceptível. Pode até ser devido a ainda não ter o ouvido treinado para percebê-lo. Lendo a respeito do JH13, fiquei maravilhado com o que ele é capaz.

    Mas aí entra a dúvida:

    O JH13 é muito melhor que o SE535? Valeria o investimento em troca do Shure?

    Gostaria de saber a sua opnião sobre os dois modelos, sabendo, é claro que o JH13 é superior mas em que nível?

    Um abraço,

    • Wellington, primeiramente, muito obrigado!

      Respondendo à sua pergunta: na minha opinião o JH13 é muito melhor que o SE535. Mas deixo claro que a voz dos dois fones é muito diferente. Apesar de gostar do grave do SE535, ele é muito centrado nos médios, então o equilíbrio tonal dos dois fones é bem diferente. O JH13 vai te dar uma quantidade menor de médios, e vai adicionar graves e agudos. Mas de maneira alguma ele perde em calor ou compostura dos médios, pelo contrário. É uma apresentação muito melhor balanceada. Na minha honesta a opinião, o JH13 é consideravelmente superior ao Shure, não há comparação. Tudo o que o SE535 tem de bom o JH13 faz melhor.

      Valer ou não o investimento é muito subjetivo, porque a diferença de preço é grande – mas na minha opinião vale, e muito. O JH13 é certamente um dos melhores fones que já ouvi, e não há nenhum universal que se compare. A única coisa é que não sei se é melhor te indicar o JH13 ou o JH16. O JH13 é o mais bem balanceado entre os dois e já tem grave pra dar e vender (tem mais que o SE535, mas não tão mais assim), mas se vc considera os graves do SE535 muito baixo, de repente vc se daria melhor com o JH16 – que é menos equilibrado e tem um incremento nos graves. É muito bem falado também, principalmente na versão atual, com freqphase. Então não sei… acho que qualquer um dos dois vai te satisfazer, mas entre um e outro, infelizmente a única forma de dar um tiro certeiro é ouvindo. Eu prefiro o JH13, mas é possível que vc prefira o JH16. De toda forma, qualquer um dos dois vai te dar um upgrade muito significativo em relação ao SE535.

      Espero ter ajudado, e estou curioso quanto à sua decisão.

      Um abraço!

      • Muito obrigado pela sua resposta Leonardo.

        É interessante a referência sobre o JH16, mas compartilho de sua opinião, o equilibrio para mim é o que considero melhor. O incremento em relação aos graves que vc me informa no JH16 pode ser fantástico para mim no início, porém, conforme vou aprendendo a perceber os detalhes das músicas (sou novato nessa área…rsrs), essa diferença pode começar a me incomodar. Acho que o equilíbrio entre todas as frequencias é o que procuro. Então creio que os graves do JH13 vão me satisfazer, pois já são mais fortes que o do SE535.

        Agora tem o “pequeno” problema, estou no Brasil e não vou conseguir ir aos EUA tão logo para comprá-los. Gostaria de saber como foi sua experiencia de compra do modelo. Não tenho experiencia nenhuma com esse tipo de IEM. Poderia me dar detalhes como proceder e se é possível adquirí-lo morando no Brasil?

        Mais uma vez agradeço pela gentileza, prestatividade e clareza nas informações a mim passadas.

        Um abraço!

        • Por nada Wellington, é um prazer ajudar.

          Nesse caso, recomendo o JH13, não tenho dúvidas de que vc vai apreciar, e muito, esse fone. Também acho que o equilíbrio é justamente o mais importante.

          Sobre a compra, foi bem simples, na verdade. Vc precisa tirar os moldes aqui no Brasil – essa é a parte mais difícil –, enviar pra lá, fazer o pagamento pelo site, e pronto. Sobre os moldes, vc precisa achar um audiologista e dizer que quer um pré-molde, não um molde. Qualquer audiologista faz isso! É super simples e não leva nem 5 minutos. O problema é que é super incomum um pedido desses, porque pra eles, essa é a primeira etapa pra fazer um aparelho auditivo. É bem difícil que eles saibam o que é um fone customizado, por isso muitos não entendem bem o que vc quer. Por causa desse desconhecimento, é difícil saber o que esperar – fizeram de graça pra mim, o que mostra o quão simples é, mas sei de casos em que cobraram 200 reais.

          Acho que vale visitar alguns audiologistas, dizer que vc quer um pré-molde e mostrar uma foto (como essa: http://mindtheheadphone.files.wordpress.com/2011/03/3814313558_cc0574d9e6_o.jpg ), e ver o que cobra menos. Na hora de tirar o molde, é importante que vc deixe claro que ele tem que ser feito com a boca aberta, com um mordedor. É bom também vc levar as instruções disponíveis no site da JH Audio e mostrar pra eles. Aqui está um vídeo do processo: http://www.youtube.com/watch?feature=player_detailpage&v=-lwQz19Vuxg#t=145s , mostra como é. Só isso, em 5 minutos fica pronto.

          Depois, vc entra no site da JH Audio, escolhe o modelo, a cor e se quer algum desenho na faceplate, faz o pedido e paga, on-line mesmo. Aí vc envia o molde por correio, eles vão receber, fazer o fone e te mandar, vem por UPS. Demora mais ou menos um mês. Um último detalhe é quanto ao imposto. Eles estão acostumados a mandar pro Brasil, então quando vc comprar, entra em contato com eles e diz que vc é daqui, que fez o pedido, e que queria pedir pra enviarem como presente declarando um valor baixo. Eles sabem o que é e fazem sem problema, declaram 20 dólares. Como vem por transportadora, a taxação é certa, mas vc vai pagar só uns 70 reais de imposto.

          É isso! Aí é só aproveitar.
          Um abraço!

          • Leonardo, desculpe não responder antes.

            Iniciarei a saga para adquirir um JH13. Procurarei o audiologista e farei o pré-molde.

            Muito obrigado pelas dicas e assim que tiver ele em mãos farei questão de dizer como foi essa experiência.

            Parabéns por mostrar, através desse site, o quão prazeroso é escutar apreciar a boa música.

            Um abraço!

          • Por nada, Wellington!

            Boa sorte, espero que dê tudo certo. Tenho certeza de que vc vai ficar muito satisfeito com o JH13.

            Um abraço!

  • Wellington

    Leonardo, acabei de encontrar seu site pesquisando sobre o referido JH13.
    Não ha como não comentar: parabéns pelo excelente site e pela análise perfeita, o que só me fez ter ainda mais curiosidade quanto a esse modelo. rs

    Possuo um Shure SE535 que também possui uma análise comparativa aqui no seu site. Sou novo no ramo da “audiofilia” e gostaria da aproveitar sua experiencia nessa área e lhe pedir a sua opinião:

    Acho o som do Shure excelente e ainda estou aprendendo a conhecer melhor os detalhes das músicas através dele, coisa que jamais imaginaria existir com outros fones posso perceber com ele, porém, acho que ele não tem um grave notável, por exemplo. Em determinadas músicas de rock/heavy o som do baixo fica muito distante quase imperceptível. Pode até ser devido a ainda não ter o ouvido treinado para percebê-lo. Lendo a respeito do JH13, fiquei maravilhado com o que ele é capaz.

    Mas aí entra a dúvida:

    O JH13 é muito melhor que o SE535? Valeria o investimento em troca do Shure?

    Gostaria de saber a sua opnião sobre os dois modelos, sabendo, é claro que o JH13 é superior mas em que nível?

    Um abraço,

  • Warley

    Como/onde Consigo comprar um JH13 Pro ?

    • No próprio site da JH Audio. Você deve pagar por lá, fazer um molde do canal auditivo e enviar pra eles.

  • Warley

    Desculpa! acabo de ver o post explicando!

  • Warley

    Desculpa! acabo de ver o post explicando!

  • Warley

    Obrigado!

  • Warley

    Obrigado!

  • Murilo Marc

    Olá Leonardo! Antes de mais nada,parabéns pelo site !
    A minha pergunta é bem simples e pertinente. O JH13 transmite a mesma fidelidade de frequências ao vivo,falando em monitoração de uma banda por exemplo?

    • mindtheheadphone

      Obrigado, Murilo!

      Olha, na verdade minha resposta não tem embasamento prático, porque apesar de eu ter tido uma banda por um tempo, nunca usei um in-ear pra monitoração. Mas tanto pelo equilíbrio tonal quanto pelo fato de ser custom – ou seja, isolamento ímpar –, tenho certeza de que se manter como uma excelente opção pra monitoração de palco. Até porque ele foi feito pra isso. Mas acredito que o JH16 possa ser até melhor, já que tem um incremento nos graves que talvez seja importante na sobreposição dos ruídos do ambiente num palco.

      Se vc estiver considerando a compra de um, eu recomendaria perguntar ao próprio Jerry Harvey por e-mail, acredito que ele possa te dar uma resposta mais consistente. De qualquer forma, espero ter ajudado!

      Um abraço!

  • pedro soares

    Olá Leonardo. Antes de qualquer coisa, parabéns pelo site. Ótimas resenhas aqui.

    Sou baterista e gostaria de saber como é a atenuação de ruído externo do fone. Vale a pena para usar como fone de retorno? Outra dúvida é sobre o molde do canal auricular: Você enviou o seu molde para a empresa para depois receber o fone confeccionado ou o molde é feito à parte?

    Desde já agradeço. Um abraço

    • mindtheheadphone

      Obrigado, Pedro!

      A atenuação dos in-ears customizados é a mais eficiente disponível no mercado. Eles são os que mais isolam. Por isso, sim, vale a pena usar como retorno. Mas se o objetivo é só o retorno mesmo, e não o uso pra ouvir música, talvez seja desnecessário investir num JH13 – um mais simples, como o JH11, talvez faça o trabalho tão bem quanto.

      Mas não entendi a pergunta sobre o molde. O molde é feito à parte, por conta do cliente em algum audiologista qualquer. Esse cliente, então, envia o molde para a JH Audio, que confecciona o fone a partir do molde e o envia para o cliente!

      Um abraço!

      • Pedro Soares

        Olá Leonardo,

        Realmente, li o meu post e vi que o modo como te perguntei sobre o molde ficou bastante confuso mesmo. Eu fiquei em dúvida quanto ao molde do canal auricular quando vi as fotos lá em cima do post: eu pensei que a parte do fone que tem a forma do canal auricular do cliente fosse “encaixável” à parte do fone que contém os drivers de áudio: daí a minha pergunta. Mas com sua resposta você já sanou minha dúvida.

        Estou pensando seriamente em adquirir o JH13. Mas vou aproveitar e fazer outra pergunta: Na sua opinião, qual o melhor: JH13 ou JH16?

        Valeu! Um abraço.

        • mindtheheadphone

          Olá Pedro,

          Entendi! Não, o fone é inteiro fabricado em cima do molde mesmo, não há encaixe.

          Na verdade o JH13 e o JH16 são apenas “sabores” diferentes – o último prima por um maior vigor nos graves, enquanto o primeiro tem como foco a neutralidade. Eu sinceramente acho que os graves do JH13 já são mais do que suficientes, e por isso seria minha escolha. Mas não são poucos os que preferem o JH16, é questão de gosto mesmo. Vc precisa ver o que prefere!

          Um abraço!

  • Lucas Dias

    Olá Leonardo,
    Tudo bem!?

    Meu caro,
    Qual o melhor o UM miracle ou o jh13pro?
    Esses dois são os melhores IEM custom do mercado?
    Como é o desempenho deles para serem usado como Monitor/retorno de palco?

    Abraço,
    obrigado.

    • mindtheheadphone

      Olá Lucas!

      Essa é uma pergunta difícil. Sinceramente, acho que é questão de gosto, mas a Unique Melody tem a vantagem de ter representação oficial no Brasil, o que é excelente no que diz respeito ao serviço prestado, tanto de pré quanto de pós-venda. Conheço o representante, e é uma das pessoas mais honestas e prestativas que conheço.

      Eles estão entre os melhores custom do mercado sim, mas existem outros muito renomados também, como os FitEar, EarSonics, Westone, e outros. Não sei te precisar como é o desempenho como retorno porque nunca usei meu JH13 dessa forma, mas sabendo que eles foram desenvolvidos justamente pra isso, acredito que não vão decepcionar! Mas, se esse for seu objetivo principal, recomendaria o JH16 ao invés do JH13, já que o incremento de graves vai melhorar a audibilidade do retorno num palco!

      Um abraço!