Amplificadores e DACs

Pelo que vejo, fones hoje em dia são a porta de entrada para a audiofilia, e como resultado, muita gente ainda não entende bem algumas coisas a respeito de alguns equipamentos. Além disso, acho que pessoas mais experientes têm percepções e exigências muitas vezes diferentes dos iniciantes, e então as coisas podem ser postas em proporções diferentes – o que, para os novatos, pode gerar grande decepções. Meu objetivo com esse texto é tentar explicar de forma básica algumas coisas. Nem tudo é fácil de entender, e muitas partes são variáveis, dependendo de muita coisa. Tentei explicar tudo de uma forma geral, mas, havendo qualquer dúvida, a seção de comentários está aberta para dúvidas.

Primeiramente, há um resumo da situação: o que penso de maneira resumida sobre os benefícios de amplificadores e DACs para um sistema. O resto fica mais como um texto para os que se interessarem mais pelo assunto ou quiser uma explicação mais detalhada. Depois do resumo, coloquei um texto sobre a teoria e outro sobre a prática de amplificadores, e DACs. Na parte teórica, tentei explicar o que sei sobre cada um desses equipamentos, e na parte teórica, tentei aplicar alguns conceitos para o uso com fones de ouvido.

 

RESUMO – para saber logo o que fazer em diferentes situações:

NOTA: Em qualquer equipamento, se você quiser usar um DAC, precisará obrigatoriamente de um amplificador também. A partir do momento em que os dados digitais são retirados do equipamento – seja ele um player, um computador ou um celular –, seu amplificador interno é retirado da jogada (afinal, o circuito do DAC fica antes do amplificador, e você está tirando o sinal antes do DAC interno e enviando para um externo) Com um conjunto DAC/Amplificador, como um FiiO E17 por exemplo, isso não é problema, porque ele é também um amplificador. Mas com um puro DAC, como o Cypher Labs Algorythm Solo, é necessário usar também um amplificador.

  • Se você pretende usar um in-ear no seu player portátil, esqueça amplificadoress e DACs. Compre o melhor in-ear que puder e seja feliz.
  • Se você pretende usar um full-size no seu player portátil, veja se ele é minimamente difícil de empurrar. Se for, compre um amplificador.
  • Se você pretende usar um in-ear no computador e a saída dele chiar, compre um DAC/Amplificador, juntos ou separados..
  • Se você pretende usar um full-size no computador e a saída dele chiar ou se o fone for difícil de empurrar, compre um DAC/Amplificador, juntos ou separados.
  • Se você já tiver um excelente in-ear custom e quiser tirar o máximo possível dele, ou se tem o hábito de comprar e testar vários in-ears e quer um sistema definitivo para testá-los, aí sim compre um amplificador, com ou sem um DAC.
  • Se você tem um in-ear ou full-size e não gosta mesmo dele, venda e compre outro. Não é nem o amplificador e nem o DAC que vão resolver.
  • Se você tem um full-size e não gosta de algum aspecto dele, por exemplo, quer um pouco mais de graves ou um pouco menos de agudos, aí sim uma amplificação ou DAC podem resolver.

 

AMPLIFICADORES

1) Teoria

Integrado Classe AEm reprodução de som, o que basicamente acontece é o seguinte: um meio contém uma gravação, digital ou analógica, que é interpretada por uma fonte que, a partir desse meio, gera sinais analógicos. Esses sinais analógicos são amplificados pelo amplificador para que sejam suficientes para excitar o diafragma de uma caixa de som ou fone.

O que amplificadores fazem é pegar um sinal low-level ou line-level, gerados por uma fonte (player, DAC, toca-discos, instrumento musical, etc) e amplificar.

Caixas de som funcionam através de princípios mecânicos, já que os drivers, de qualquer natureza que sejam, dependem de um impulso mecânico que excita os drivers, gerando a vibração necessária para reproduzir a vibração (som) que está na gravação. Essa energia é elétrica, e portanto vem da tomada (ou de baterias, em equipamentos geralmente caríssimos – fonte próxima de energia limpa), então pode-se dizer que um amplificador faz nada mais que manipular energia elétrica, de modo que ela reproduza o que está numa gravação – que é o que vem da fonte. Por isso que audiófilos investem em condicionamento de energia e bons cabos de força; se a energia não estiver “limpa”, o sistema não vai atingir o seu verdadeiro potencial.

Qualquer amplificação ideal possui dois estágios, pré-amplificação e amplificação. No pré-amplificador ocorre uma primeira manipulação do sinal, mas é o amplificador (também chamado de power) que provê o sinal com a corrente necessária para excitar os falantes numa caixa de som. O mais comum é vermos os dois juntos, em amplificadores integrados, mas quando a coisa vai ficando mais séria, vemos os dois separados, até chegar à separação do power em um (ou mais) para cada canal.

Existem amplificadores dos mais diversos, usando as mais diversas tecnologias, mas uma coisa que se vê muito é a questão da classe do amplificador e se ele é estado sólido (transistorizado) ou valvulado. Isso vale tanto para pré amplificadores, powers ou integrados.

Amplificador Valvulado

Amplificador Valvulado

As classes indicam o modo como eles operam em relação ao sinal manipulado e à energia utilizada. Podem ser classe A, B, AB, C, D e E. Os famosos amplificadores classe A são extremamente valorizados por muitos audiófilos, porque costumam ter, em teoria, a melhor qualidade de som sem distorção. Em compensação, são muito ineficientes (em torno de 25% de eficiência – por isso esquentam demais, boa parte da energia é perdida em calor). Um detalhe é que a potência é geralmente baixa – é difícil ver um amplificador classe A com mais de 100W RMS, por exemplo, existem, mas não são muitos –, mas dispõem de muita corrente, então muitas vezes acabam sendo mais fortes que amplificadores de classes diferentes com maior potência nominal.

Além disso, há a questão de válvulas e transístores. São tecnologias diferentes para amplificar um sinal, e cada um tem suas características. Válvulas tem um som mais macio, médios mais líquidos e agudos com um ligeiro roll-off. Elas induzem certas distorções no som, mas são distorções eufônicas, geralmente agradáveis para o ouvinte (ou ao menos quem gosta do som mais vintage de válvulas). Em compensação, amplificadores SS (solid-state, estado sólido) têm mais “pegada”, são mais incisivos e têm mais controle nos extremos. Mas muitas vezes não têm a maciez e a espacialidade das válvulas, podendo soar mais frios e agressivos. Escolher entre um e outro é puramente uma questão de gosto e de sinergia com o resto dos outros equipamentos, mas é interessante notar que existem amplificadores híbridos, que usam as duas tecnologias em estágios diferentes da amplificação.

McIntosh de 1200W RMS

McIntosh de 1200W RMS

Em casos de fones, a história é mais ou menos a mesma, mas eles geralmente precisam muito menos força do que caixas de som. Inclusive, pré-amplificadores geram ganho de voltagem (mas não de corrente) no sinal, e esse ganho muitas vezes já é suficiente para empurrar a maioria dos fones. Daí a implementação de saídas para fones em tantos equipamentos de som e a quantidade de prés com amplificadores de fones, ou amplificadores de fones que também são prés.

Obviamente, entram outras questões na equação, como sensibilidade e impedância das caixas ou fones. De modo geral, quanto menos sensível, e/ou quanto maior a impedância, mais difícil de empurrar. Bons fones costumam se beneficiar de amplificação dedicada, já que mais potência significa mais headroom (quanto mais longe do limite de um amplificador, melhor a qualidade de som) e mais controle total do diafragma. Por exemplo, ligado no iPod, o K701 é baixo, estridente e praticamente não tem graves. Isso é um sinal de que a amplificação dele não tem corrente suficiente para obter o controle total do falante. Ou seja, os sinais gerados literalmente não têm força para empurrar o diafragma e fazê-lo se movimentar o suficiente para gerar bem os sons graves, que necessitam de uma maior movimentação do diafragma. Existem algumas exceções, como por exemplo o K1000, que precisa de uma corrente absurda para um fone (são recomendados pelo menos 8W em 8 ohms) e os eletrostáticos, que usam uma voltagem imensa e por isso precisam de transformadores específicos.

Power estéreo Rotel 1090

Power estéreo Rotel 1090

De modo geral, in-ears já se contentam com players portáteis e amplificações não pretensiosas, mas alguns se beneficiam de coisas melhores. Já bons fones full-size costumam precisar de boa amplificação para chegarem ao seus verdadeiros potenciais. São como caixas de som. 1W já é mais do que suficiente para empurrar caixinhas de computador, mas uma MBL 101 X-Treme não vai tocar praticamente com menos de 100W RMS. Mas, assim como nos fones, pode até sair som, mas esses 100W vão ser no máximo suficientes para chegar a níveis audíveis; uma caixa dessas, para atingir o seu potencial, geralmente vai precisar de para lá de 600W RMS. Para dar uma ideia, a amplificação da MBL ideal para essas caixas é o 9011, que idealmente é usado em pares para empurrar as 101. Nessa configuração, eles têm 840W em 4 ohms, que é a impedância da caixa.

A parte prática, na questão das conexões, fica assim:

As fontes (DACs, CD Players, etc.) são ligadas ao pré amplificador. Ele é ligado ao amplificador, que é ligado às caixas. Em amplificadores integrados,as fontes são ligadas diretamente ao integrado, que é ligado às caixas. Em ambos os casos, todas as conexões são analógicas, nada digital – e são feitas através de cabos RCA normais ou balanceados, XLR.

 

2) Prática

Amplificador de fones portátil

Amplificador de fones portátil

Primeiro de tudo, nenhuma amplificação vai fazer nada ir da água para o vinho. Hoje vejo que pelo menos 70% do som de um sistema vem das caixas ou fones (excluindo a gravação), e o que um amplificador pode fazer é acentuar ou amenizar algumas características, dar uma refinada no som, trazer os médios um pouco mais para a frente… mas a essência vai continuar.

Por exemplo, se você tiver um AKG K701 ligado num amplificador sem força vai achar o som magro e sem peso. Um amplificador mais forte vai resolver isso, dando mais corpo e presença, mas de novo, não vai mudar a essência do som dele.

Em in-ears, amplificações dedicadas vão fazer pouquíssima diferença, se alguma. Isso vale para qualquer IEM. Existem algumas exceções, como por exemplo o Yuin PK1 que é muito ineficiente e os customs, que se beneficiam um pouco de amplificação dedicada. Mas, nos customs, ainda estamos falando de pequenos detalhes.

Por exemplo, testei o SR71A de um colega audiófilo no JH13, e deu sim uma diferença notável, os graves deram uma arredondada, e os médios e agudos uma refinada. Mas foi uma diferença de 500 dólares? Não! Mudou pequenos detalhes.

Amplificador de fones de mesa

Amplificador de fones de mesa

Se você tiver um IEM universal, acredito que a relação custo-benefício de um amplificador seja muito pequena. O ganho vai ser muito maior se esses 100 dólares do amplificador (ou seja, considerando os mais baratos “baratos”, caros então…) e investir num fone melhor. Só recomendaria um amplificador portátil para um in-ear caso seja um custom dos melhores e a pessoa queira tirar o máximo possível do fone, ou ainda se tiver o hábito de comprar e testar vários in-ears universais e quiser um excelente sistema sempre disponível para novas aquisições. Mas, de novo, a diferença vai ser bem pequena.

Para full-sizes, a história é outra. Existem alguns que precisam de amplificação e outros não. Isso, ao contrário do que muitos acham, não tem necessariamente a ver com impedância. Em alguns casos sim, mas em outros não. Em compensação, mesmo nos que não precisam, o benefício de se usar um amplificador vai ser mais audível do que com in-ears.

Por exemplo, o AKG K1000 é 120 ohms e há o Beyerdynamic DT880 de 600 ohms. Se você colocasse a mesma potência necessária para fazer o K1000 chegar a um volume aceitável no Beyer, você provavelmente estouraria o diafragma dele. Tocar com ou sem amplificador tem a ver com uma combinação de fatores. Existem níveis de fones e níveis de “necessidade” de amplificação.

De modo geral, se você quiser um full-size mais simples, como um Shure SRH440, Audio Technica M-50 ou algo do tipo, não precisa se preocupar com amplificação. Até pode dar uma melhorada, mas novamente seria mais jogo investir o gasto extra num fone melhor. Já se você estiver pensando em fones do nível dos HD600, DT880 e K701, por exemplo, aí o gasto num amplificador é mais importante. Eles talvez fiquem aquém de seus potenciais em players portáteis e vão ser tranquilos em saídas de receivers, por exemplo. Mas o benefício de usar um amplificador é muito maior e, nesse caso, justificável.

 

DACS

1) Teoria

DAC significa Digital to Analog Converter, ou seja, conversor digital – analógico. Ele pega um fluxo de bits digital e converte para analógico.

O som pode ser gravado de duas formas, analógica e digital. Numa gravação analógica, tudo o que o microfone captou vai para um meio físico. Já no digital, ele pega os sinais analógicos captados pelo microfone e transforma em bits, ou seja, transforma essas informações analógicas em 0s e 1s. Dessa forma, uma curva analógica, que representa fielmente o som real, é aproximada numa amostragem.

Essa imagem explica bem:

Aproximação Digital

A qualidade dessa aproximação digital depende de algumas coisas, como taxa de amostragem e bit depth. A taxa de amostragem é, durante a passagem do sinal analógico para o digital, a frequência com que medições do sinal são feitas por segundo. Por exemplo, em CDs, essa taxa é 44.1kHz, o que significa que a cada segundo, 4.100 medições do sinal foram feitas. Dessa forma, quanto maior o número de medições, mais informação existe sobre uma determinada curva analógica. Isso, no entanto, não significa que o resultado será uma curva “quadriculada”. As linhas retas são funções que, através do DAC, são reconvertidas para curvas basicamente idênticas às analógicas originais. Para maiores esclarecimentos, recomendo esse vídeo, inclusive com legendas em português.

Bit depth basicamente é o número de bits de informação gerados para cada medição (cada uma das 44.100 de CDs, por exemplo). Eles determinam o dynamic range do sinal, ou seja, a diferença entre os sons mais altos possíveis e os mais baixos. Em CDs temos 16 bits, e DVDs 24 bits, por exemplo.

Tanto bit depth quanto taxa de amostragem geram intermináveis debates sobre ser ou não possível ouvir diferença entre arquivos de alta resolução. Mas, regra básica para os não céticos, quanto mais, melhor. Mas também não adianta querer ouvir diferença entre um arquivo 44.1kHz e um de 96kHz em caixinhas 2.1 da Logitech.

DAC Zanden

DAC Zanden

Essas duas medidas dizem respeito a qualquer arquivo digitalizado de som. Mas, hoje, existe uma outra questão, que é a compressão dos arquivos. Os arquivos crus, sem compressão, como WAVE por exemplo, são imensos, e então existem técnicas para comprimí-los por questões de conveniência, como os famosos mp3. Eles normalmente não interferem na taxa de amostragem ou no bit depth (essa informação não está correta! Peço desculpas – o leitor rdelerue apontou o erro, e a correção está no final do artigo), mas forçam o arquivo a ter um número limitado de bits por segundo (kbps – kilobits por segundo). Isso é feito cortando os extremos, que em teoria, em compressões moderadas, não são audíveis, mas cortam nuances. Essas nuançes que geram palco, arejamento, recorte, resolução, e etc, o que faz toda a diferença para gente.

O que o DAC faz é pegar esse sinal digital e converter de volta para impulsos elétricos, analógicos, que serão amplificados e enviados para as caixas.

DACs são implementados em qualquer equipamento que toque som digital: celular, DVD, CD player, computador, etc. O problema é que esses DACs (e seus respectivos estágios analógicos, que são tão importantes quanto os DACs em si) são muito fracos, e então, para quem quer qualidade, DACs discretos são essenciais. Aliás, quando a gente vai chegando nos equipamentos topo de linha, cada coisa vai sendo feita por um aparelho separado. CD Players, por exemplo, se dividem em fonte, transporte, DAC e clock.

"CD player" dCS Scarlatti com DAC, Upsampler, Clock e Transporte à direita

“CD player” dCS Scarlatti com DAC, Upsampler, Clock e Transporte à direita

DACs têm entradas digitais (XLR, coaxial e ótica), onde se liga a fonte digital, e saídas analógicas (balanceadas ou RCA), onde se liga o amplificador.

Muitos DACs hoje em dia também são prés, e consequentemente muitos também são amplificadores de fones, ou seja, fazem a primeira fase de amplificação, que já é suficiente para tocar a maioria dos fones. Nesses casos, eles também podem ter entradas analógicas – caso você só queira usar a parte de (pré–)amplificação dele – e saída direta para fones.

 

2) Prática

Como expliquei, DACs são conversores digital-analógico. Ou seja, pegam o bitstream de algum arquivo digital e convertem para impulsos elétricos, que vão ser amplificados. Isso significa que eles só vão poder ser usados em equipamentos que possuam saída digital (poucos players possuem essa função).

FiiO E7, combo DAC/Amp portátil

FiiO E7, combo DAC/Amp portátil

Combos DAC/Amp portáteis são feitos para serem utilizados em computadores normalmente, visto que até onde sei as entradas dos portáteis são sempre USB. Usando esse combos em players portáteis, apenas a seção de amplificação vai ser usada, e como expliquei, só vai ser justificável com o uso de um full-size.

Em computadores sim pode valer a pena mesmo com IEMs, porque aí a seção do DAC também vai estar sendo usada, e ela sim pode dar boas melhoras. De modo geral, se estivermos falando de DACs baratos, a diferença ainda vai ser pequena, então isso não costuma ser necessário, a menos por exemplo que a saída de fones do computador chie muito ou que você pretenda usar um full-size – mas aí, novamente, vai ser bom por causa do amplificador. Um DAC vai resolver o problema porque vai passar por cima do DAC e da amplificação interna do PC, resolvendo assim o chiado e a incapacidade do PC de empurrar fones mais difíceis.

Então, DACs portáteis só vão ser importantes caso você deseje usar o fone no PC. Os combos DAC/Amp podem ser usados em players portáteis, mas só a seção de amp vai ser usada, e então só vai ser justificável com um full-size pelo que expliquei na parte de amplificação.

ERRATA: O leitor rdelerue apontou um erro na parte teórica a respeito dos DACs. Aqui está a correção, em suas palavras:

Só corrigindo: uma compactação do tipo lossy, como o mp3, compacta justamente o bit depth, daí porque a qualidade deles é normalmente medida em kbps, ou seja, kilo bits por segundo. Essa medição é oficialmente chamada de bit rate, e a fórmula é:

Bit rate = (sampling rate) x (bit depth) x (número de canais)

Assim, um CD tem 1411.2 kbps. Porém, quando transformamos em mp3, ficamos limitados a 320 kbps. Como o mp3 não precisa necessariamente mexer no sampling rate nem no número de canais, o que resta pra ‘fechar a conta’ é o bit depth mesmo. No caso das compactações lossless, como o Flac, a compressão é feita como se fosse um zip, de forma que o arquivo, quando descompactado e tocado, é uma cópia 100% fiel do original (um CD, por exemplo). Não é à toa que os arquivos compactados assim são enormes, ainda que bem menores que os PCM oriundos do CD.

147 Comments
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  • Eric

    CLAP! CLAP! CLAP! CLAP!
    Bravo, Leo!
    Você tá de parabéns!
    Belo artigo! Aprendi muita coisa.
    Abraços!

  • willi zografos

    muito bem explicado ,parabéns,valeu!!!!

  • Tharyck

    Parabéns o seu artigo está realmente ótimo!!!
    Descobri esta pagina por um acaso, enquanto eu fazia pesquisas sobre o fone AKG K701, e posso dizer q encontra-la foi muito importante para mim; estudo composição e violino a alguns anos, e nos ultimos anos notei a importância de um bom equipamento q reproduza o som, para ouvir transcrever e compor música, e isso me levou a pesquisar sobre isso… estou entrando no mundo dos adiophiles agora, e como vc disse “o caminho não tem volta”.

    Quero aproveitar para fazer uma pergunta.
    VC disse q os DACs quando colocados em um computador transformam os sinais analógicos em digitais. e quando o computador já tem um conversor DAC integrado um DAC de qualidade pode melhorar o som reduzindo chiados etc…Isso me fez pensar sobre a qualidade q vai ser perdida no processo, pq já q o computador não tem um DAC de qualidade, ele vai emitir o som “ruim” para o DAC de qualidade, e isso me parece um problema :/, será q o ideal não seria um achar um meio de ligar o DAC de qualidade diretamente no pc? É claro q me rewfiro a DACs grandes e não aquele q conectam na entrada usb, pq pelo q eu entendi existem dois tipos, certo? os desktop e os portáteis q conectam na entrada usb. No caso de eu querer usar um dos grandes no pc, oq vc acha q aconteceria? será q a questão do DAC ruim passando para um bom não seria um problema?
    Já q a intenção é obter o melhor som possivel.

    • Opa! Tharyck, primeiro de tudo, muito obrigado pelas palavras gentis!

      Sobre o DAC. Na verdade, o que eu disse é justamente o contrário, os DACs transformam sinais digitais em analógicos (Digital do Analog Converter). Todos os computadores já têm DACs integrados, se não não tocariam absolutamente nada, já que não conseguem interpretar sons analógicos. Qualquer som que passe pelo computador é digital, e pra ser reproduzido, precisa de um DAC, interno ou externo.

      Mesmo que ele tenha um DAC interno de má qualidade (na verdade dificilmente o chip do DAC vai ser de má qualidade – provavelmente é o estágio analógico, depois da conversão), isso não vai fazer diferença alguma quando conectarmos um DAC externo, já que o que ele vai fazer é pular tanto o DAC interno quanto o seu respectivo estágio analógico do computador, e pegar direto o bitstream do arquivo de áudio a ser reproduzido. Ou seja, o computador não vai fazer nada além de, simplificando, mandar o arquivo para o conversor externo – vai ser meramente um transporte que não tem nem como fazer nada com o sinal, ele está simplesmente enviando um arquivo. O sinal não vai passar nem perto do conversor interno.

      Mas sobre DACs grandes, isso na verdade não quer dizer nada, conectar por USB normalmente dá no mesmo. Muitos audiófilos reclamam de USBs normais, mas hoje existem as USBs assíncronas que, de acordo com eles, resolvem o problema. Muitos DACs realmente high-end (como os Ayre, Wavelength, Benchmark e outros) usam USB, que nada mais é do que uma entrada, assim como a ótica e coaxial, e pode estar tanto nos grandes quanto nos pequenos – apesar de serem mais presentes nesses últimos, por conveniência. Então não é que existam dois tipos, um DAC é um DAC, claro que existem variações de tecnologias e de funções extra, mas tanto os grandes quanto os pequenos fazem a mesma coisa (e podem ter pré/amplificação interna ou não), com qualquer conexão que seja. Nos dois setups aqui de casa uso DACs conectados ao PC. Num deles, o DAC não tem entrada USB, então uso uma HiFace (conversor USB -> coaxial). No outro, apesar de ele ter entrada USB, ela só suporta 44.1 kHz, então uso a entrada ótica, já que o computador tem saída ótica.

      Então conectar um dos DACs grandes, como vc disse, que na verdade são a mesma coisa que os pequenos, ao computador, não vai ser diferente dos pequenos. O máximo que vc pode ter que fazer, caso ele não tenha entrada USB e o computador não tenha saída ótica, é comprar um conversor, como essa HiFace ou um Wavelength.

      Espero que tenha ficado claro, e qualquer outra dúvida, é só perguntar!

      Um abraço!

  • Ops! Inverti as palavras sem querer…hehe

    Umm…entendi, então quer dizer q para conectar um DAC no pc vai acabar sendo pela entrada USB…O que eu estava imaginando antes é q alguns DACs seriam conectados nas saídas de audio da placa de audio do pc, q são as usadas para fones e caixas fraquinhas…e por isso q imaginei q ocorreria esse problema.

    Agora está tudo esclarecido!^^Obrigado!

    Agora quanto aos cabos SPDIF, q geram o famoso “jitter”. Eles infuênciam somente na saída da placa de som, ou também nas saídas USB?

    • Isso! Ou eles são ligados na entrada USB, ou então na saída ótica, caso o computador tenha – os Macs, por exemplo, sempre têm, junto com a saída de fones, são dois conectores em um. Mas não confunda um com o outro, só porque tá no mesmo lugar não quer dizer nada! Uma é digital, a outra é analógica.

      DACs não têm como ser conectados à saída de áudio do PC porque só interpretam sinais digitais, e a saída de áudio só envia sinais analógicos. É como eu falei no texto, pra ir pro amplificador, caixa de som ou fone, o som precisa ser analógico. Qualquer som digital que vá ser amplificado e enviado a uma caixa ou fone, necessariamente tem que passar por um DAC, que vai convertê-lo para os sinais analógicos. Um amplificador não entende sinais digitais. Só o DAC. Logo, um DAC só vai interpretar dados digitais – que, num computador, só estão disponíveis por USB ou Toslink (ótico), sendo que ambas as saídas fazem um bypass em toda a parte de som do computador, que só vai enviar um arquivo.

      Sobre o SPDIF, não é que ele gera jitter. Qualquer transmissão de sinal digital sofre jitter! Seja por USB, toslink ou SPDIF. É um “atraso” nos dados enviados, decorrente de interferências, RFs, e tal (todo cabo é uma antena). Tipo, o sinal vai passar perfeito, todos os dados vão do computador até o DAC, a diferença é o quando (se não fosse assim, quando a gente passasse um arquivo por USB, frequentemente se corromperia). Com jitter, alguns bits acabam perdendo a precisão e chegando mais devagar do que deveriam. E o jitter não tem como influenciar na saída da placa de som do computador, porque ela só envia sinais analógicos, e esse fenômeno é exclusivamente digital, portanto vai ocorrer em USB, toslink ou SPDIF, e só. Mas não se preocupa com isso não cara, a audibilidade desse efeito é ridícula, quando mais hoje em dia, quando a maioria dos DACs faz o reclock do sinal – basicamente, recalculam o tempo dos bits que entram.

      Abraço!

  • Eric

    Olá, adorei sua pagina! Muito interessante!
    Qeria te pedir uma opinião. Estou pensando em comprar uma placa de som para tirar o melhor som possivel de meu computador. Mas eu pretendo usar um headphone, então vou precisar de um amplificador e de um conversor também. Visto que alguns amplificadores tem entrada usb, talvez não seja necessario comprar uma placa de som, já q eu quero ela basicamente pelas saídas opticas e digitais. Porém como algumas entradas usb de dac não suportam maais do q 44.1khz, estou em dúvida sobre oq fazer. O que vc acha?

    • Olá Eric! Vc está pensando em que fones? Isso faz toda a diferença! Vou te dar uma resposta mais genérica, mas qualquer coisa eu te ajudo mais especificamente quando vc me disser os fones que tá considerando

      Seria redundante comprar um placa de som se vc for pegar um amplificador e um DAC externos – a maioria dos DACs possuem upsampling e, pra notar a diferença entre um arquivo 44.1kHz e um de 96kHz é necessário um excelente sistema, e ainda sim a diferença será muito pequena. Acho que esse não deve ser um fator de decisão! Então, economize o dinheiro da placa e use-o pra investir num fone melhor.

      Então minha sugestão é: compre um DAC como o Musical Fidelity V-Dac, bom e barato, um amplificador suficiente pra empurrar seu fone (dá uma olhada nos Little Dot e Darkvoice) e o melhor fone que puder!

  • Eric

    Vlw pelas dicas! Estou pensando em pegar um AGK K 702 p começar, mas depois pretendo comprar um superior a ele como um HD 800 ou um T1, então não sei se é melhor comprar um sistema DAC e de amplificaçãoi mais baratos ou um q seja usado tamém p estes outros q vou usar.Atualmente uso somente um AKG k271, mas não tenho uma boa amplificação.

    • Hmmm é, aí é complicado porque vc escolheu um fone que já é difícil de amplificar e dois que vão ser mais difíceis ainda…

      O que vc pode fazer é pegar um V-Dac, o K702 e um Little Dot MKIII, que faz um bom trabalho com o AKG. Do T1 acho que o LD dá conta, já testei e ficou bem tranquilo. Em compensação, o HD800 pede bem mais! Ou então pega logo um MKIV, vai ficar mais legal com o AKG e com o T1, mas novamente o Sennheiser pediria mais! Aí, se mais tarde vc quiser fazer um upgrade pro Senn, vende o amplificador e investe num melhor!

  • Eric

    Bem…então acho q vou pegar um Little Dot MKIII para começar, já q nem o 4 não vai ser suficiente p um HD800, quanto ao V-DAC ainda estou em duvida…vou dar mais uma pesquisada.
    Ah! Talvez eu esteja abusando…mas vc tem msn? Seria muito bom poder tirar duvidas e trocar informações com vc ^^.
    Anyway, Obrigado pela atenção!
    A partir de agora esse blog vai fazer parte de minha rotina, XD

  • ‘os famosos mp3 […] normalmente não interferem na taxa de amostragem ou no bit depth’

    Só corrigindo: uma compactação do tipo lossy, como o mp3, compacta justamente o bit depth, daí porque a qualidade deles é normalmente medida em kbps, ou seja, kilo bits por segundo. Essa medição é oficialmente chamada de bit rate, e a fórmula é:

    Bit rate = (sampling rate) x (bit depth) x (número de canais)

    Assim, um CD tem 1411.2 kbps. Porém, quando transformamos em mp3, ficamos limitados a 320 kbps. Como o mp3 não precisa necessariamente mexer no sampling rate nem no número de canais, o que resta pra ‘fechar a conta’ é o bit depth mesmo. No caso das compactações lossless, como o Flac, a compressão é feita como se fosse um zip, de forma que o arquivo, quando descompactado e tocado, é uma cópia 100% fiel do original (um CD, por exemplo). Não é à toa que os arquivos compactados assim são enormes, ainda que bem menores que os PCM oriundos do CD.

    Com relação a toda essa polêmica envolvendo 16 vs 24 bits, 44.1 KHz vs 96 KHz+, sempre me interessei pelo assunto e tenho um artigo praticamente finalizado sobre isso. Caso tenha interesse em ler (e me ajudar a terminar :D), me adicione no MSN: rcd99@zipmail.com.br

    Abraço

    • rdelerue, mais uma vez, só tenho a agradecer.

      Interessante, obrigado por apontar o erro! Vou editar e colocar isso no texto agora mesmo! Ah, e vou te adicionar no MSN sim, vai ser um prazer ler e possivelmente ajudar!

      Um abraço!

  • Romero Miura

    No meu caso, uso um DAC (Music Streamer II) ligado ao computador por porta USB e duas caixas amplificadas Gemini GX-150. O player é o WMP 12.07. Tive com isso um ganho bastante expressivo na qualidade de audio. Mas sinto que falta algo ainda para chegar ao nível desejado. Se alguém tiver alguma idéia, agradeço.

    • Olá Romero!

      Não tenho dúvidas ao afirmar que pelo menos 80% do que vc ouve é proveniente das caixas. E como vc já tem um bom DAC, acho que é possível que vc simplesmente não goste da assinatura sonora delas – já chegou a ouvir em outro sistema?

      Uma outra possibilidade, que pra mim é improvável mas não deixa de ser possível, é o player. Tente o foobar ou o JRiver, que dizem ser os melhores players para Windows atualmente, e veja o que acontece!

      Quando fizer a experiência, poste o resultado aqui pra ficarmos sabendo, e boa sorte!

      Abração!

  • Vinicius

    Olá, Leonardo. Muita sorte ter descoberto este seu blog; eu estava com dificuldades de compreensão usando somente o head-fi.org.
    Eu li o seu review sobre o AKG K701 e deixei minha pergunta lá. Agora li este seu artigo e melhorou um pouco. Mas ainda sigo com a dúvida: quais aspectos técnicos do amplificador eu tenho que observar para saber se ele é capaz de alimentar o AKG K701? É o output power? É impedância?
    Eu esqueci de mencionar, mas adquiri recentemente um AKG Q701 (pelo que entendo, é igual ao K701, tem as mesmas especificações). Estou pesquisando amplificadores/DAC e estou na dúvida entre modelos portáteis/simples ou mais caros. Por exemplo, Fiio E10 e o NuForce Icon udac-2, o primeiro tem 150mW @ 32Ω, e o segundo 80mW x 2 @ 16Ω (é isso que interessa analisar? ambos são alimentados via USB). Eles têm capacidade de fornecer o que o AKG demanda, ou eu teria que em um NuForce Icon HDP?

    • Opa!
      Bom, é o seguinte… sobre o K701, infelizmente as especificações só te dizem metade da história. As especificações mais importantes no amplificador são essas mesmo, impedância e potência de saída. Junto com a impedância de entrada e sensibilidade do fone, vc vai ter uma ideia do que esperar. Por exemplo, o K701 tem 62 ohms de impedância e 105dB/mW de sensibilidade. Ou seja, se um amplificador fornecer 1mW em 62 ohms, o AKG vai atingir 105dB de pressão sonora. O grande problema é que, apesar de te dizer a que volume o fone vai chegar, não dá pra saber o resultado. Não existe muita explicação pra isso até onde eu sei, mas é um fone que não fica bom com pouca potência, ele fica magro e sem corpo, talvez porque o amplificador não tenha muita reserva de corrente ou pelo slew rate… realmente não sei! No extremo oposto, esses dias liguei um K1000 (provavelmente o fone mais difícil já fabricado, costuma ser ligado a amplificadores de caixa de som – 120 ohms e a sensibilidade assustadoramente baixa 74dB/mW) no Burson HA-160D, que só fornece 120mW em 120 ohms, e incrivelmente, ficou bem legal com o AKG K1000, chegando ao volume que costumo ouvir. Então, apesar das especificações te darem informações valiosas e precisas na maior parte dos casos, existem casos que fogem à regra.

      Sobre o FiiO e o NuForce, talvez vc chegue a um resultado legal, mas tenho dúvidas sobre o quão bom vai ficar. Eles tem uma potência aceitável pra fones menos exigentes, mas esse não é bem o caso do seu fone… eu tentaria partir pra um amp mais parrudo.

      Sobre a resposta de frequência, sendo curto e grosso, não liga pra isso, não vai fazer a menor diferença, em nenhuma situação. Só faria se fosse crítica (por exemplo, não ir a menos de 60Hz ou a mais de 15kHz num fone), mas nunca vi casos assim. Pra fones, essa resposta é o seguinte: ela indica a faixa de atuação de um diafragma, ou seja, os limites da resposta dele. Só que nenhum diafragma pára de repente de responder a uma determinada frequência, é uma atenuação gradativa nos extremos. Então quando vemos uma resposta tipo 20Hz a 20kHz, não quer dizer que abaixo de 20Hz ou acima de 25kHz ele não responda, mas quanto mais pra fora desses extremos, mais baixo fica. A taxa de atenuação varia, pode ser mais suave ou mais brusca, depende do fone.

      Mas aí entra o problema de determinar a resposta declarada de frequência. Ou seja: se ele não pára de repente, quando determinar o “fim” da resposta de frequência, ou os limites? É pra isso que servem esses números nos parênteses. Eles indicam a atenuação, em relação a uma frequência determinada como a padrão, considerada para determinar o fim da resposta de frequência. Exemplificando: se num fone a frequência determinada como padrão é 100Hz, a sensibilidade 100dB/mW e um amplificador está fornecendo esse 1mW, vc vai ter 100dB de pressão sonora, certo? Na frequência em que vc atingir esses dB dos parênteses (o valor é arbitrário) de diferença em relação aos 100dB, vai ser determinado o fim da resposta de frequência. Se for 3dB, e o fone atingir -3dB em relação aos 100 padrão (ou seja, 97dB) a 18Hz e a 22kHz, a resposta de frequência dele vai ser 18Hz a 22kHz. Se a marca quiser usar 10dB e o fone chegar a essa diferença a 10Hz e 28kHz, essa vai ser a resposta de frequência. Sei que é meio complicado, mas deu pra entender mais ou menos?

      Em eletrônicos não sei como fica a questão da atenuação do sinal, porque não sei bem se no caso deles a queda é brusca. Em falantes, sei que não é. Mas indepentente disso, não é um dado particularmente importante, já que costumamos ouvir só de 20 a 20, e aí grande parte dos equipamentos chegam. Mesmo que não cheguem, a quantidade de músicas que vão para perto desses limites é muito pequena. Então, resumindo, não esquenta com isso!

      Qualquer outra dúvida, é só perguntar.

      Um abraço!

  • Vinicius

    Outra pergunta: a “frequency response” dos amp/DAC mais baratos (como o Fiio E10) é de 20Hz-20kHz, enquanto o do NuForce Icon HDP é 10Hz-100kHz (-0.5dB). Isso faz muita diferença para um fone como o K701, cuja resposta é 10Hz-39,8kHz?
    E o que significa esse -0.5dB entre parênteses? Eu vejo que esse tipo de informação parece em alguns casos. Por exemplo, na frequency response do Sennheiser HD800: 6-51,000 Hz (-10 dB); 14-44,100 Hz (-3 dB). O que seriam esses -10 dB e -3dB?
    Parabéns novamente, desculpa o excesso de curiosidade…
    abraço!

  • Vinicius

    Obrigado, Leonardo, pela resposta.

    Vou te perguntar sobre o que li em fóruns do Head-fi.org.
    – O K701 tem baixa impedância (62 Ohms) e baixa sensitividade, o que o torna mais difícil de amplificar, demanda mais força. O que eu entendi é que a sensibilidade informada pela AKG é 105 dB SPL/V, o que, na verdade, corresponde a 93 dB/1mW. Assim, nota-se que a sensibilidade é mesmo baixa. Faz sentido?

    – entendi que a sensibilidade aumenta 3 dB à medida que se dobra a energia. Portanto, 1mW produz apenas os 93 dB, 2mW produzem 96 dB, 4mW produzem 99 dB, 8mW produzem 102 dB, e assim por diante.

    Eu estou tentando figured it out a partir das leituras que estou fazendo. Não sei se essas informações estão corretas ou fazem sentido. O que você acha?
    Abraço e obrigado novamente!

    • Vinicius, pior que que eu não sei disso da sensibilidade, porque já vi declararem 105dB/V e 105dB/mW. Pelos 105 a sensibilidade é alta, e mesmo se for 93 não é tão baixa não, tem coisa pior. De toda forma, ainda vale o que eu disse, essas especificações são complicadas e só contam metade da história.

      Sobre a sensibilidade aumentar à medida que se dobra a energia, realmente não sei te dizer como fica essa proporção! Mas concordo com o rdelerue, isso desconsidera a curva de impedância, o que não faz tanto sentido.

      Um abraço!

  • Vinicius, esses -10dB e -3dB a que você se refere são a variação máxima em decibéis entre as frequências mínima e máxima declaradas. Em outras palavras: entre as frequências declaradas, há uma distorção na curva de xdB. Veja esse gráfico aqui do AKG701 e entenda: http://graphs.headphone.com/graphCompare.php?graphType=0&graphID%5B%5D=703 . Repare que ao longo das frequências 20-20KHz o volume varia mais ou menos de -1.5dB até +0.5dB, portanto a oscilação total é de aproximadamente 2dB. Essa oscilação é indesejável, uma vez que o ideal é termos um gráfico plano (flat) para evitar distorções.

    Com relação a sua última pergunta sobre sensibilidade e amplificação, não sei te responder, mas acho peculiar que a sensibilidade aumente sempre 3dB a cada dobrada de energia, pois isso desconsidera a impedância. O que acha?

    • Tem certeza que são essa variação máxima? Não é a atenuação em relação à frequência padrão pra determinar o fim da resposta de frequência declarada?

  • Opa! Acho que me expressei mal. Faltou dizer que a variação de aproximadamente 2dB do AKG701 pode ser (e costuma ser!) expressada como ±1dB (ou seja 1dB pra cima ou 1dB pra baixo em relação a 0dB), o que creio ser o que você chamou de atenuação, certo?

  • Emerson

    Bom dia,

    E’ possivel comprar um DAC razoavel por uns 100 dolares?

    Abracos!

  • scar0000

    Olá,
    sou iniciante no ramo de som em geral, porém sou apaixonado por música à muitos anos, estou com uma dúvida aqui, adquiri recentemente um tablet que emite chiado (provavelmente causado por interferência de algum componente do mesmo), é um problema do modelo específico que eu comprei (malditos produtos alternativos rsrs), isso me incomoda bastante, pois se você aumentar o som (uns 30% ou mais) você consegue disfarçar o chiado, porém, ao ouvir o contra baixo ou o bumbo da bateria você consegue escutá-lo claramente.
    O que eu queria saber é, há algum amplificador, DAC ou alguma coisa que possa resolver este problema que estou tendo? Somente iria utilizar em casa, então não tem problema se for um pouco pesado, só não pode custar o olho da cara rsrsrs
    Obrigado pelo espaço aberto aqui para nós que estamos começando, aprendi muito com o blog.

    • Muito provavelmente nesse caso não há o que fazer. Depende do tablet – se ele disponibilizar a opção de fornecer o audio output por USB você pode colocar um DAC externo que vai resolver o problema. Caso contrário, colocar um amplificador provavelmente só vai piorar a situação!

      Cheque no manual e nas opções, se der pra usar o USB pra saída de áudio, um simples FiiO E7 ou HiFiMAN HM-101 já resolverão seu problema!

  • Muito bom cara, eu nem sabia que era vc! Cheguei a ler alguns comentarios seus na comunidade do orkut, mas nem imagina que era seu BLOG!!!
    Parabens man! pena que esse hobby aqui no brasil ainda é fraco!
    As pessoas ficam espantadas quando compramos um fone de 600 reais e eles simplismente os comparam com os ching-lings que custa 10 reais,kkk
    chega até ser piada! nem sabem a diferença de MP3 para Flac, acham que o formato MP3 é o melhor de todos! kkk
    Eu mesmo quando escuto musica, quero ter a mesma experiencia que tenho com os olhos! só que atravez dos ouvidos!!!
    É muito bom até mesmo quando vemos um filme! onde sentimos o som indo de um lado para o outro que chegamos a ter a sensão de ser real.
    Agora, neste momente, estou procurando um HOMETHEATER que realmente seja bom! e por um preço acessivel ao meu dinheiro(Max.600 reais)…procurei alguma coisa sobre ter um equipamento de som em casa! porem via em todos os posts algo relacionado a THX, que os aparelhores que recebiam esse certificado eram realmente um sistema de som “Muito boM”… alguns como Onkyo que chegam a custar 3000.00 reias!!!
    Agora vamos ver se acho, algo num preço acessivel ao meu $$..;
    Você sabe algum que seja bom? Leonardo P. Drummond

    • É meu blog sim! Ouvir música com qualidade é muito bom, mas muitos não ligam pra isso, o que não quer dizer que eles aproveitem a música menos que nós, que nos importamos. Muitas vezes, aproveitam até mais.

      Sobre a pergunta, vamos lá: primeiro de tudo, se sua intenção é música, esqueça home theater. Áudio de qualidade é estéreo, só dois canais (duas caixas) são mais do que suficientes.

      Segundo, fones são ridiculamente baratos em comparação a caixas de som; Onkyo é uma marca de entrada e 3.000 reais pra um sistema baseado em caixas de som é na verdade muito pouco. Esse é um sistema de entrada – considero que um sistema de caixas estéreo de nível chegando ao intermediário, aqui no Brasil, custaria de 10 a 15 mil reais pelo menos. Fazendo uma analogia com fones, é como se todas essas caixinhas normais de computador fossem esses fones de camelô de 5 reais, enquanto um HT Onkyo desses não seria nada além de um Koss Porta Pro, provavelmente até menos que isso. Um set com alguma mínima qualidade, de nível audiófilo, não sairia por menos de 5 mil reais, enquanto um home theater – o que, novamente, só seria ideal se sua prioridade for assistir filmes – minimamente decente não custaria menos de 6 mil. Isso contando que vc busque equipamentos usados ou no mercado paralelo – em revendedores oficiais espere pagar quase o dobro.

      Uma alternativa é pegar caixas ativas, e aqui existem as Edifier, que são bem honestas pelo que custam e pelo que dizem têm um som legal. Não é nada audiófilo, longe disso, mas são voltadas pro mercado semi-profissional e provavelmente vão te dar um resultado satisfatório. Só não sei onde são vendidas e nem quanto custam, mas acredito que alguns modelos se encaixem dentro do seu orçamento. Lá na comunidade podem te ajudar.

      Por último, esqueça isso de THX, é marketing e não diz absolutamente nada a respeito da qualidade de som do aparelho.

      Um abraço!

      • Nossa nem imaginava que seria tão caro ter um home em casa!
        Eu dei uma olhada nesses Edifier são poucos lugares mesmo que vendem essas caixas.
        Neste mês vou pegar meu fone ATH-CKS77S que esta nos correios e foi tributado!
        Vou ver a diferença e depois comento lá na comunidade!
        Pois usava fones de 10 a 40 reais quem sabe isso me impulsiona para um JH13, que o pessoal tanto fala.

        • Ter um home theater não é difícil, existem vários sets 5.1 baratos, o difícil é ter um home theater de qualidade.

          Um set estéreo é mais fácil ter com qualidade, mas ainda assim, se vc quer algo decente, vai ter que investir bastante.

          Boa sorte, tenho certeza que o CKS77S vai ser uma boa surpresa.

          Sobre o JH13, ele ainda é um dos melhores investimentos que já pude fazer em áudio.

          Um abraço

  • Caio Henrique

    ola de novo esse é o meu terceiro post apenas hoje a cada duvida que é respondida aparecem mais 3.. haha , gostaria de saber,caso compre o jh 13 ou 16 teria que investir pesado em um dac para fazer jus ao fone?um amp seria nescessario para aproveitar tudo que o fone tem a oferecer?e como ele ficaria ligado direto a um ipod ou celular?obrigado e desculpa a quantidade de perguntas

    • Não, o JH13 e JH16 não são fones exigentes com fonte e amplificação. Um iPod faz um trabalho respeitável, e o celular, se for minimamente decente, também. Vc não vai precisar de um amp.

      Um abraço!

  • Victor

    Fala cara, ótimo artigo, eu comecei a correr atrás de informações sobre esses tópicos a umas duas ou três semanas e… como você já deve imaginar estou cheio de dúvidas…
    Umas delas, só pra eu entender o tamanho do buraco é, no meu computador eu uso um fone simples da phillips (shm1900) se eu colocar um FiiO E7 no meu pc eu sentirei alguma diferença? (É só quero ter uma idéia mesmo… eu não pretendo gastar $100 em um amplificador pra um fone que custa R$50,00 lol);
    Outra Dúvida, Qual é um fone de entrada que você recomenda (Gastando uns $150 – $200 | Não gosto de in-ears)? Eu realmente fui com a cara da AKG…
    E na mesma lina da última pergunta, onde eu posso comprar esses fones? (o custo Brasil nessa área é absurdamente alta)

    Abraço!

    • Obrigado, Victor!

      Como eu disse no artigo, não vai fazer o menor sentido vc pegar um FiiO E7 para usar com o Phillips. Pode até ser que vc sinta alguma diferença em ruído de fundo por exemplo, mas nada que faça valer o investimento. Seria muito mais jogo pegar esse dinheiro, juntar um pouco mais e pegar um fone melhor. Aí sim vc passa a pensar nisso!

      A AKG é uma excelente marca, mas estou um pouco por fora do que ela oferece por esse valor. Tem o K99, K414 e o K414, que são bons fones, então acho que eu os indicaria por esse valor, assim como o PortaPro. O problema do PP é a quantidade de falsificações, então fica difícil comprar pela internet. Mas nunca ouvi falar de falsificações dos AKG, então acho que dá pra arriscar comprar no MercadoLivre. Alguns links:

      http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-432731926-headphone-superlux-hd681-monitor-p-estudio-similar-akg240-_JM (esse é um Superlux, marca de fones baratos que anda fazendo bastante sucesso… acho que eu pegaria esse mesmo)
      http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-434536599-fone-de-ouvido-headphone-akg-k514-k-514-k-514-big-buy-_JM
      http://produto.mercadolivre.com.br/MLB-246866334-fone-akg-k99-mk-ii-_JM

      Boa sorte!
      Um abraço!

      • Victor

        Fala cara valeu pela resposta, vou pesquisar esses modelos que você passou!
        Só pra deixar a dica, pelo visto a AKG já tem sua cota de falsificados:
        http://fonesecia.blogspot.com.br/2012/06/akg-k414p-falsificado-falso.html
        Pelo que eu entendi desde que seus fones começaram a serem fabricados na China, a uns dois anos atrás essa porta se abriu ^^.
        Mas pra deixar uma outra questão que acho que não fui claro… minha faixa de preço para fones é de USD150 – USD200 no exterior mesmo (by amigo express lol), se você tiver alguma sugestão nessa faixa agradeço!
        Obrigado pela atenção, abraço!

        • Ih rapaz, não estava sabendo… bom, mas então é o K414 pelo que parece só. E de qualquer forma, entre 150 e 200 dólares a coisa melhora bastante! Aí acho que vc poderia dar uma olhada no Audio Technica M50 (que nunca escutei mas dizem ser excelente) e no Shure SRH840 (esse eu já escutei e é excelente). São duas ótimas escolhas, entre um e outro o que vai valer é a preferência: o M50 tem graves mais acentuados e procura uma assinatura mais divertida, enquanto o Shure prima pela neutralidade.
          Um abraço!

  • Quando vi o comentario, n pude resistir! pois TINHA acabado de ver que o site kabum tinha um AKG KII 240 POR 447 reais, avista!. tem até um review desse fone aqui no site! se considerar o tempo de espera e uma possivel tributação da receita federal o fone até que saI BARATO.
    http://www.kabum.com.br/cgi-local/kabum3/produtos/descricao.cgi?id=01:02:20:43:1658&tag=akg

    • No site a única coisa que notei foi q na descrição n tem o “KII”…

      • Talvez seja o K240 antigo, mas não acho que vai fazer lá tanta diferença não, certamente é um ótimo fone. E de fato, esses AKGs da linha profissional não costumam sair caros aqui no Brasil não!

  • Caio César Feliciano de Queiroz Martinelli

    Tranquilo amigo? Venho com mais algumas duvidas e gostaria muito que vc me ajudasse em relação a elas

    Estou seriamente pensando em adquirir um HD600 ou o HE400, pois acredito que são os melhores cxb nesse preço para oque procuro mas não tenho ideia de qual amp utilizar neles, no head-fi.org havia lido alguns artigos os quais diziam que só com amp melhor o HD 600 e 650 se soltavam de verdade, oque vc indicaria para o HD 600 ou HE 400 ? Estava pensando em pegar uma xonar stx que custa $170 que tem amp e dac integrados, mas não tenho certeza se pegar uma placa interna me dará a mesma qualidade que dac + amp externos. Vc me indicaria pegar essa placa mesmo ou qual seria uma melhor opção que justifique o preço na sua opnião? Se tivesse sde escolher entre o HE 400 ou o HD 600 qual escolheria? Na sua opnião qual fone de até $400 vc mais gostou em termos de qualidade de som geral? E o melhor até $700?

    Obrg e abraços!

    • Olá Caio,

      Vamos por partes: primeiro, acho que as pessoas exageram quanto à necessidade de amplificação no caso do HD600, e me surpreenderia se com o HD650 fosse diferente. Ao mesmo tempo que acredito que a escalabilidade deles seja grande, tive uma excelente performance do HD600 ligado direto à saída do MacBook Pro. O HE400 também não deve ser muito diferente pelo que vejo nas especificações, a impedância é muito baixa, totalmente linear, e a sensibilidade bem alta.

      Ao mesmo tempo, não indico a Xonar, acho que valeria a pena pagar um pouco mais por um conjunto mais legal de amp + DAC discretos.

      Se tivesse que escolher entre os dois, certamente ficaria com o HD600. Nunca ouvi um HE400 (tenho um HE500), mas pelo que já ouvi de um amigo que teve os dois, e até pelos gráficos, dá pra concluir que os dois fones são bem diferentes, então não sei se os dois deveriam ser considerados na mesma medida pelo que vc procura… eles vão te oferecer coisas muito diferentes. O HE400 parece ser muito mais “fun”, energético, com uma assinatura em V, enquanto o HD600 é um fone excepcionalmente calmo, com médios mais à frente – é mais perto do que procuraria se estivesse em busca de um único fone. Mas isso sou eu, vc pode preferir o HiFiMAN. O que decide é o gosto pessoal.

      Sobre os melhores fones, isso não vai querer dizer tanta coisa porque existem vários que não ouvi (e que gostaria de ouvir) nessas faixas de preço! Mas até $400, acho que colocaria o HD600 em primeiro lugar, mas também tem AKG K702, Shure SRH940… Sennheiser Momentum, AKG K550 e e Shure SRH1440 também parecem interessantes. Até $700 é mais complicado ainda, pq entre $500 e $1000 há um buraco com pouquíssimos fones, e não escutei quase nenhum. De qualquer forma, meu favorito é o HE500, mas ele é bem diferente do HE400. O Shure SRH1840 também deve ser ótimo, assim como o Grado RS1i. Depende do que vc procura!

      Um abraço!

  • Thiago

    Olá Leonardo, tudo bom?
    Gostaria que você me indicasse um bom amp e DAC até US$500 (os dois juntos) para usar com um sennheiser HD600 e depois com futuros fones. É melhor gastar mais no amp ou no DAC?
    Li que o schiit lyr pareia muito bem com hd600, mas ai foge um pouco do meu orçamento.
    E qual o melhor lugar para comprar amps e DACs? lojas no exterior? usado no head-fi?
    Valeu, um abraço.

    • Olá Thiago,

      O HD600 é um fone fácil de ser amplificado, então o melhor seria gastar mais na fonte. Mas, se vc pretende usar outros fones no futuro que podem vir a ser mais difíceis, de repente valeria a pena gastar o mesmo nos dois.

      Algumas opções interessantes são o Yulong D100, Audio-gd NFB15 e NuForce Icon HD (ambos amp+DAC), ou HRT Music Streamer II + Matrix M-Stage, existem muitas opções legais. Eu costumo comprar no head-fi, inclusive dá pra achar esses equipamentos usados por preços mais em conta ou sets mais sofisticados pelo mesmo investimento. Acho que dá pra comprar pelo eBay e pelo Amazon – só os dois primeiros são mais difíceis, são chineses e é possível que vc tenha que ver direto com a fábrica. Mas são ótimas opções.

      Um abraço!

  • Caio César Feliciano de Queiroz Martinelli

    Vc ja teve a oportunidade de escutar um dac ODAC ou um em um amp Objective2? Se sim oque achou deles, muitos dizem que n conseguem ver a diferença entre eles e um DAC1 ( se me lembro bem o nome) sendo que a diferença de preço é muito grande. abrs

    • César, infelizmente nunca ouvi, mas tenho muita curiosidade!

  • Thiago

    Olá, Gostaria que vc me recomendasse um DAC para o meu hd600 ate US$275, o dacmagic é uma boa? ele ta de $275 nos classificados do headfi. Ou o Schiit Bifrost é um melhor negócio? alguma outra recomendação?
    Gostaria que o mestre tambem me recomendasse um amp até US$275. Qual é melhor para o HD600 amp valvulado ou sólido? Muito obrigado desde já.

    • Olá Thiago!
      Eu ouvi poucos DACs nessa faixa de preço, mas uso um DacMagic e gosto muito do resultado. Aliás, ele tem tudo pra se dar bem com o HD600, já que é mais relaxado, contrastando com a personalidade bem calma do Senn. Infelizmente sobre o Bifrost não posso comentar, porque nunca ouvi um! Tem várias opções legais nessa faixa de preço, mas sinceramente, eu veria o que tem de disponível no head-fi, leria um pouco sobre as características e, se gostasse, partiria pra cima. Esse tipo de escolha vc só vai confirmar ouvindo, então o máximo que vc pode fazer é tentar pesquisar bastante e tomar a melhor decisão a partir disso.
      Sobre o amplificador, acho a mesma coisa! Geralmente recomendam um amp SS pro HD600, mas se vc pegar uma fonte como o DacMagic, que já é aberta, dá pra pegar um valvulado também. Mas acho que é isso, a dica é ficar de olho no que tem disponível no mercado de usados, assim vc vai conseguir o melhor custo benefício. E tem muita informação on-line sobre o HD600 e sinergia com amplificadores! Eu infelizmente, durante o tempo que passei com ele, só pude ouvir com um, o Meier Eartube, com o qual obtive resultados muito bons.
      Um abraço!

  • Anônimo

    o que seria um set balanceado?

    • Sendo curto e direto, balanceamento em fones é a separação total dos canais.

      Num fone comum, cada canal tem um positivo, mas o negativo deles é o mesmo, e também atua como aterramento. Já num fone balanceado, os negativos são distintos. Ou seja, os dois canais são totalmente independentes, como em caixas de som. A conexão balanceada é diferente, e são poucos os fones que já vêm com essa terminação de fábrica (AKG K1000 e HiFiMAN HE6 são dois). Todo fone pode ser convertido pra balanceado, já que só é necessário separar os negativos, que são juntos. A questão é onde essa junção é feita: se for no cabo, como num Sennheiser HD650, é só recabear. Já num AKG K701, essa junção é feita dentro do fone, o que é chamado hardwire. Dá pra notar vendo que só há uma entrada para o cabo, de um lado do fone. Então, é necessário abrir o outro lado, pra colocar o outro lado do cabo, contendo o positivo e o negativo específicos daquele canal.

      Pra extrair toda a vantagem disso, vc também precisa de uma eletrônica balanceada, com um amplificador de fones e uma fonte balanceados. Neles, os dois canais operam de maneira distinta: no amplificador, geralmente, na prática, há um amplificador distinto para o lado esquerdo e outro pro lado direito, no mesmo chassi. A fonte também pode ser totalmente separada. Isso é chamado design dual-mono, ou seja, em teoria são dois amplificadores mono (ao invés de estéreo) num só equipamento. No DAC, é mais ou menos a mesma coisa: ele gera sinais analógicos de maneira independente para os dois canais. Um lado não interfere no outro. Há muita variação aqui, com muitos detalhes técnicos que não entendo, mas é basicamente isso.

      As vantagens são discutíveis e geram debate. O que não há como negar é que num set balanceado, tem-se mais potência, e o noisefloor também é reduzido. Esse incremento de potência em fones pode dar mais graves, e a separação total dos canais em teoria pode melhorar a imagem holográfica projetada pelo fone, com uma maior distinção entre os canais. Mas alguns não acham que isso seja audível e, no caso dos graves, é muito dependente do fone. Por exemplo, um AKG K701 é beneficiado por um set balanceado, mas o mesmo não pode ser dito de um Grado HP1000, por exemplo. Já li que fones com baixa sensibilidade e baixa impedância ou baixa sensibilidade e alta impedância costumam ser mais beneficiados por um balanceamento.

  • Olá amigo, ótimo blog! Tenho uma dúvida. Tenho um HD598 e estou pensando em comprar um amplificador SCHIIT ARGARD. Você acha exagerado? Acha muita bala para puco resultado? O que me recomenda. Obrigado e abraços!

    • Obrigado, Glauber!

      Acho que o HD598 não é particularmente exigente com amplificação, então talvez o Schiit Asgard seja desnecessário. Mas é um belíssimo amplificador, e uma excelente base para um upgrade de fones no futuro!

      Um abraço!

      • Obrigado pela resposta! Acabei pegando um JDSLabs Objetive2 para o HD598 e um DT990 além de um Fiio E11 para um V-moda M80 que tenho aqui.

        • Que ótimo! O Objective2 me interessa bastante, porque é um amplificador simples que tenta seguir a filosofia do “wire-with-gain”, ou seja, um amplificador que não adiciona qualquer tipo de coloração e simplesmente amplifica o sinal da fonte. Se ele consegue é outra história, mas é o objetivo.

          Mas o V-Moda precisa de amplificador?

  • Je1 tive n95, n97, 5800 Express, Milestone, Jet e Iphone 3g.Agora tenho o 3gs e ne3o troco por nenhum, pois os Nokia se3o bons no qutesio foto, mas os aplicativos se3o muito fraquinhos, e para navegar na internet afff.Depois do Iphone mesmo sf3 o Milestone, pena que e9 muito pesado e os aplicativos se3o fraquinhos tambe9m, e a camera dele ne3o este1 com nada, mas e9 um concorrente forte.Apesar de tudo, o Iphone e9 o melhor para se lidar com ele, sem medo de se atualizar e configurar. Depois que se faz o desbloqueio, pode-se instalar o que quiser.

  • Je1 tive n95, n97, 5800 Express, Milestone, Jet e Iphone 3g.Agora tenho o 3gs e ne3o troco por nenhum, pois os Nokia se3o bons no qutesio foto, mas os aplicativos se3o muito fraquinhos, e para navegar na internet afff.Depois do Iphone mesmo sf3 o Milestone, pena que e9 muito pesado e os aplicativos se3o fraquinhos tambe9m, e a camera dele ne3o este1 com nada, mas e9 um concorrente forte.Apesar de tudo, o Iphone e9 o melhor para se lidar com ele, sem medo de se atualizar e configurar. Depois que se faz o desbloqueio, pode-se instalar o que quiser.

  • Marcos Filho

    Leonardo, um FiiO E11 ou E12, seriam boas soluções de amplificação portátil ou não apresentam a qualidade necessária para otimizar ao máximo um custom ou um full-size? Minha necessidade é a portabilidade, por isso as opções da FiiO, caso não, conhece algum que possa suprir melhor as duas necessidades? Parabéns pelo artigo, foi de muita utilidade para meu conhecimento, grande abraço!

    • Marcos, acredito que sejam boas opções sim. Já li ótimos relatos acerca de ambos os modelos, e eles têm potência de sobra. Já vão conseguir empurrar muitos full-sizes com folga. O E12 especialmente; de acordo com o Mike do Headfonia ele consegue empurrar o HE-6. Mas vale notar que os FiiO são considerados amplificadores com ótimo custo benefício. Se vc quiser um sistema portátil mais de referência, existem opções mais indicadas, como ALO MKIII-B, RSA Protector e outros. Mas, sinceramente, acredito que a diferença vá ser pequena.

      Um abraço!

  • Marcos Filho

    Leonardo, um FiiO E11 ou E12, seriam boas soluções de amplificação portátil ou não apresentam a qualidade necessária para otimizar ao máximo um custom ou um full-size? Minha necessidade é a portabilidade, por isso as opções da FiiO, caso não, conhece algum que possa suprir melhor as duas necessidades? Parabéns pelo artigo, foi de muita utilidade para meu conhecimento, grande abraço!

    • Marcos, acredito que sejam boas opções sim. Já li ótimos relatos acerca de ambos os modelos, e eles têm potência de sobra. Já vão conseguir empurrar muitos full-sizes com folga. O E12 especialmente; de acordo com o Mike do Headfonia ele consegue empurrar o HE-6. Mas vale notar que os FiiO são considerados amplificadores com ótimo custo benefício. Se vc quiser um sistema portátil mais de referência, existem opções mais indicadas, como ALO MKIII-B, RSA Protector e outros. Mas, sinceramente, acredito que a diferença vá ser pequena.

      Um abraço!

  • Vander

    Mais uma vez parabéns.

    É incrível, como um garoto de 23 anos, conhece tanto e escreve tão bem.
    Aprendi muito, como já disse anteriormente, não sou audiófilo.
    Porém gosto muito de ouvir, isso apregoado aos sons que advém da natureza.
    Assim quando escuto música, gosto de ser remetido a cada nota como se estas estivessem sendo produzidas naturalmente.

    Mas isso nem sempre é simples, você bem sabe disso.

    Assim quando eu surgir as duvidas vou lhe perturbar.

    Mais uma vez parabéns.

    • mindtheheadphone

      Opa, muito obrigado, Vander 🙂

      É, a coisa é muito complicada! Acho que o objetivo final do hobby é justamente conseguir os sons mais fiéis possíveis, ou aqueles que mais nos agradam dentro de um limite aceitável. Eu acho que caixas de som ainda estão um passo à frente nesse aspecto, mas os fones têm seu lugar e conseguem ser muito impressionantes também. O Orpheus, por exemplo, é ver (ouvir, né) para crer! É o ápice da naturalidade num fone, algo realmente incrível. Os sons simplesmente surgem do ambiente.

      Fique à vontade para tirar as dúvidas aqui!

      Um abraço!
      Léo

  • Hygor

    O que você recomenda para usar com um Shure 440?
    Uma placa de som nova, um DAC ou um Amp? Ou algum combo desses componentes. Poderia me dar dicas?

    Obrigado desde já, amei o artigo.

    • mindtheheadphone

      Obrigado, Hygor!
      Com esse Shure eu não recomendo nada, na verdade. É um fone simples que dificilmente verá benefícios em melhor fonte e amplificação, a menos que o que vc tenha no momento seja muito ruim, esteja chiando ou algo do tipo. E ainda assim, não vale pegar nada mais sofisticado, um dos FiiOs mais simples já darão conta.
      Um abraço!

      • Hygor

        Na verdade eu ainda não comprei o fone. Eu posso gastar no máximo USD 130. Na sua opinião é um bom fone nessa faixa de preço? Fiquei em dúvida entre o Sony V6 também, que é mais barato que o 440 até, tô tentando entrar nesse mundo mas tá um pouco complicado. Sempre amei fones, mas acho que essa aquisição de agora vai ser o melhor, então quero algo que me surpreenda ao menos um pouco. Não sou basshead nem nada, ouço de tudo, mas sentir bem o baixo em algumas músicas é legal. Só quero um fone que eu consiga ter uma boa qualidade. Enfim, resumindo, acha que esse 440 por USD 99 é a melhor escolha? Mesmo eu podendo gastar até por volta de USD 130?
        E um FiiO E6 Portable Headphone Amplifier tá bom? Eu vou usar apenas no computador, tem algo mais específico pra isso?
        Obrigado, um abraço!

        • mindtheheadphone

          Ah, entendi! O Shure é um ótimo fone sim! Mas se você puder, acho que vale a pena esticar mais um pouquinho e pegar um Audio Technica M50, que custa US$159,00. Sei que são mais trinta dólares, mas acredito que seja uma boa escolha. Se não der, o Shure continua sendo uma boa escolha. Quanto ao FiiO, sinceramente, acho que não vai te acrescentar nada porque é só um amplificador, e tanto o M50 quanto o SRH440 são bem sensíveis. Mas se vc pegar o Shure e quiser fazer algo com os 30 dólares que sobraram, dá uma olhada no HiFiMAN HM-101, que também é um DAC. O negócio é que isso não vai fazer muita diferença, e só valeria a pena, acredito, se a saída do seu notebook realmente não for boa.

          Um abraço!

  • Roberto

    Tava procurando algum texto para entender a diferença entre AMP/DAC e achei aqui, valeu. Apesar de estar meio na dúvida de ter entendido ou não, hehe.
    Tenho algumas questões, se puder responder ficaria grato!
    Tenho um fone Philips Fidelio L1 (full-size e 26ohm) e meu codec de áudio Realtek ALC888S não o empurra muito bem, além do volume ser baixo. Por isso quero comprar um AMP ou um AMP/DAC (O que melhor atender minhas necessidades) para ele (Só vou utiliza-lo no PC). Tinha em mente comprar um AMP/DAC FiiO E09K, mas de acordo com um review que vi no Head-Fi, o cara que fez o review disse que por o E09K ter uma impedância de saída alta de 10ohm, ele pode alterar as características sonoras de fones dinâmicos com menos de 80ohm (meu tem 26ohm), isso procede?
    Se isso for verdade, tenho mais duas opções de AMP/DAC portátil FiiO E07K e FiiO E17, e um AMP FiiO E12. Minha dúvida é qual pegar? E qual a diferença que terá para usar no PC se eu pegar O E12 (AMP) ou o E17 (AMP/DAC) por exemplo? (Se eu acho que entendi, se for o AMP, ele só vai amplificar o sinal que sai da placa-mãe, seja ele bom ou ruim. Se for o DAC/AMP ele pode transformar (digamos assim) o áudio ruim que sai pela placa-mãe e deixa-lo melhor através de uma porta usb, por exemplo. É isso?)
    O Objective2 (AMP) pode ser uma opção também, mas sai um pouco mais caro que os outros. Desculpa fazer essas perguntar, mas é porque acho que não consegui entender muito bem.

    • mindtheheadphone

      Roberto, não se preocupe, é mais ou menos isso. A questão é muito simples: um DAC vai transformar os dados digitais da mídia (no caso, o arquivo no seu computador) num sinal analógico, que tem de ser amplificado por um amplificador. Se você usasse só um amplificador, ainda estaria usando o DAC interno da placa mãe. Se usar um amplificador e um DAC, irá tirar sua placa totalmente da jogada. Seu computador servirá somente para enviar dados digitais por USB. Entendeu?

      Pela sua descrição, a placa de som do seu computador não é boa, e por isso está aquém das necessidades do L1. Nesse caso, minha recomendação seria um DAC + amplificador mesmo. O E09K é só um amplificador, assim como o E12, então o ideal no seu caso seria usar um E17 ou E07K. O que o avaliador disse sobre impedância pode ser sim verdade, mas pelo que estou vendo você é iniciante, e por isso não acho que perceberia grandes prejuízos. De toda forma, o L1 não é um fone exigente e não vejo necessidade de usar um E09K, que já é mais parrudo. Os E17 ou E07K já serão o suficiente no seu caso!

      Espero ter ajudado, e qualquer outra dúvida é só perguntar.

      Um abraço!

  • Carlos Paixao

    Parabens! Mais um post muito didatico, Leo. Comecei a seguir vc la no Head-fi 😀

    • mindtheheadphone

      Opa, muito obrigado Carlos! 🙂

  • Jean Quaiatti

    Cara, primeiramente parabéns pela ótima matéria e pelo site! Este lugar virou referência para mim!

    Gostaria de sua ajuda! Comprei um HD 598 e o achei um pouco baixo. Gostaria de amplificar o som e conseguir um pouco mais de graves. Basicamente irei usá-lo para ouvir músicas em meu notebook e no meu iPod. Estou pensando em comprar um Fiio para conseguir este objetivo. O que você acha? Terei um aumento legal no som, sem perder as propriedades fantásticas que o HD 598 tem?

    • mindtheheadphone

      Muito obrigado, Jean!

      Acredito que os FiiO sejam uma ótima pedida para o seu caso. Acho que um E7 ou E17 já devem dar conta do trabalho, mas se quiser investir um pouco mais, há o E12, que também é uma ótima opção. Qualquer um desses vai enaltecer as características que vc gostou no HD598.

      Um abraço!

      • Jean Quaiatti

        Muito obrigado pela resposta! Encomendei um E17 mesmo. Chegará em 15 dias. Creio que irei conseguir o ganho necessário e manter a qualidade do som. Mais uma vez parabéns pelo site!

        • mindtheheadphone

          Obrigado, Jean! Tenho certeza de que o E17 vai te deixar satisfeito. Um abraço!

  • Ricardo

    Primeiramente ótima matéria, parabéns! Muito didática, especialmente para um iniciante nesse mundo, como eu hehe

    Gostaria de algumas informações: eu tenho um Alessandro MS1i e ouço ele no meu macbook pro, principalmente. Gostaria de saber se ele seria beneficiado pelo uso de algum DAC… Achei muito interessante o HM 101 express, pelo seu baixo preço e ótimo custo-benefício, já que, de acordo com o que li, melhora o palco sonoro ( que, a propósito, não é muito desenvolvido nesse fone rs). Há algum outro DAC, (não tão caro, de preferência, devido à nossa realidade brasileira, dólar, taxas, impostos, etc) que você recomende? Um amplificador seria necessário, ou não faria muita diferença?
    Eu ouço principalmente classic, hard, rock progressivo e variantes de rock dos anos 60, 70..

    Agradeço desde já!

    • mindtheheadphone

      Obrigado, Ricardo! Acho que no seu caso as diferenças vão ser muito pequenas, a menos que vc parta pra algo mais sofisticado – afinal, a saída do MacBook pro é boa. Acho, porém, que o HM-101 não é uma boa pedida! Outra questão é que a melhora no palco sonoro seria muito sensível. Quem é responsável por no mínimo 80% do desempenho nessa área é o fone, e como os Grados são um pouco limitados, não dá pra esperar uma melhoria grande.

      Um amplificador deve ser menos necessário ainda, visto que o MS1i não é muito exigente. Mas veja que, se vc pegar um DAC, precisará obrigatoriamente de um amplificador também, porque o MacBook só servirá de transporte.

      Acho que umas alternativas melhores que o HM-101 são os FiiO, particularmente o E7, E17 e E10. Vale a pena dar uma olhada!

      Um abraço!

  • André

    Parabéns pela matéria, facilitou bastante o entendimento do assunto para mim, que sou completamente leigo.

    Não sou audiófilo, como disse sou leigo em tudo que se relaciona a som.
    Despertei interesse pelo assunto depois de ler em vários fóruns que fones para audiófilos, como os da Sennheiser, AKG e Audio Technica, são super indicados para gamers, muito mais do que fones de marcas típicas de gamers, como Razer, Logitech e Turtle Beach.

    Depois de muita pesquisa, verifiquei que o fone AD700X da Audio Technica é muito recomendado para quem joga FPS (jogos de tiro), dizem que ele possui um “soundstage” muito bom, o que permite uma melhor noção de espacialidade, de posicionamento, o que é fundamental nesse gênero para se saber de onde vem o inimigo. Todos dizem que ele é um “low bass”, mas que isso permite você escutar passos mesmo quando sob sons de explosivos.

    Li que para explorar todo o potencial do AD700X, você precisa usar uma boa placa de som, amplificador ou DAC.
    Então, se possível, gostaria de uma opinião acerca desse fone, o que seria mais indicado para usá-lo em um computador, principalmente para jogar; o amplificador, o DAC ou a placa de som. Se possível também indicar um bom modelo (ou mesmo mais opções) de até Us$100.

    Agradeço desde logo.

    • mindtheheadphone

      Obrigado, André!

      Na verdade, não acho que o AD700X seja particularmente exigente com amplificação. Geralmente, não recomendo placas de som porque DACs e amplificadores discretos costumam trazer um melhor resultado – apesar de a um custo normalmente maior –, mas se vc tem jogos como prioridade e pretende usar um AD700X, que é um fone fácil de empurrar, elas podem ser uma opção. Eu daria uma olhada nas Asus Xonar, que são bem conceituadas, e nos DACs/Amps FiiO E7, E10 ou E17. Qualquer uma dessas opções vai te atender muito bem.

      Um abraço!

  • Renato

    E aí Leonardo! Parabéns pelo texto e obrigado por dividir tudo isso conosco! Como não poderia deixar de ser, queria tirar uma duvida contigo. Estou começando a me interessar em ouvir um som melhor e as minhas fontes são basicamente apple: macbook air, ipad e iphone. Eu tenho um SHR240A da Shure como fone primario e um HD201 da Senn. Qual o próximo passo em busca de mais qualidade/fidelidade? Amp (Fiio E6 / Asus Xonar) ou investir num fone melhor? Eu praticamente tenho a biblioteca inteira de musicas em ALAC. Obrigado mais uma vez.

    • mindtheheadphone

      Olá Renato!

      Tanto o Shure quanto o HD201 são fones muito fáceis de serem empurrados, e não necessitam de amplificação ou fonte dedicados. Uma ideia seria vender o fone que vc gosta menos, juntar com o dinheiro que usaria num amplificador e testar um fone mais sofisticado!

      Um abraço!

      • Renato

        Legal! Obrigado pela rapida resposta!! Parabéns mais uma vez pelo “serviço” prestado com tanta atenção!!

  • Thiago

    Mais um ótimo texto!!! Parabéns Leonardo!!! E novamente, vamos às dúvidas…estou saindo de um Philips SHP2700 e pretendo pegar um fone melhor…estive pensando em um Senn 558 ou 598…e dependendo do preço (importando) um Beyer DT990 250 ohms… Caso opte pelos Senn minha placa de som do computador (Asus Xonar DGX) seria suficiente para empurrá-los??? Já no caso do DT990 qual seria um bom Amp para utilizar junto a minha placa de som?? desde já agradeço a resposta!!! valeu!!

    • mindtheheadphone

      Olá Thiago,

      Eu particularmente não gosto dos Beyers, por isso recomendaria o HD558 ou o HD598. Acho mais balanceados e relaxados, embora o DT990 talvez te dê mais transparência – não se é isso que vc procura. De toda forma, acredito que para os Sennheisers sua placa de som é o suficiente, mas para o Beyer já não sei… Um bom amplificador vai depender do seu orçamento.

      Um abraço!

      • Thiago

        Valeu Leonardo…vou em busca dos Sennheiser então ^^!!! Muito Obrigado novamente pela ajuda!!!

        • mindtheheadphone

          Por nada, Thiago!

          Um abraço!

  • Vitorio Jr

    Ótima explicação Leo..
    Eu comprei uma Asus Xonar DGX e um Sennheiser HD558, você acha que teria algum ganho se eu comprar um Fiio? Se sim qual modelo você me indicaria?
    Vlw!

    • mindtheheadphone

      Olá Vitorio,

      Acredito que a Asus já vá fazer um trabalho competente com o HD558. Um FiiO até pode fazer um trabalho interessante, mas acho que não seria nada dramático.

      Um abraço!

  • ACCalderon

    Olá Leonardo, muito obrigado pela suas dicas e atenção.
    Vou analisar com cuidado cada uma das sugestões e futuramente volto para informar o caminho escolhido e os resultados.
    Um forte abraço.

    • mindtheheadphone

      Boa sorte! Um abraço!

  • ACCalderon

    Olá Leonardo, boa noite.
    Permita-me retornar ao post:
    Tenho refletido sobre suas valiosas dicas e, apesar de ter evoluído pouco na efetividade, já tomei algumas decisões:
    1. Inicialmente tentei muito achar três dos fones que indicou e não consegui nenhum: todos muito difíceis de encontrar: Hifiman HE500, Sennheiser HD600 e AKG K701, dá trabalho. Só o último vi no ebay. No Brasil nenhum. Não desisti e sei que vou acabar achando.
    2. Acabei de comprar 2 caixas Kef Q300 que devo receber em alguns dias. Mesmo sem ouvir!.?.!. Não achei. Por outro lado, tive a chance de ouvir por mais de 2 horas: MA GX100; Polk RTia3; Kef q30; e até kef referência (torre).
    Todas maravilhosas, mas gostei mais das q30: som com incrível detalhamento. Obs.: todas novas, na loja, sem amaciar.
    As GX100 são nobres, ótimas, nítidas e enchem mais a sala de som que as outras;
    As RTia3 estavam com o som ‘preso’. Talvez sejam as que mais precisem horas de amaciamento.
    Nas q30 cada instrumento se sobressaía e era possível ouvi-lo distintamente. Fecho os olhos e estou dentro do palco, no meio da música. Quase ‘fechei’ a loja, rs..rs. Só não comprei as q-30 porque saíram de linha e vai ser difícil depois encontrar suas pares (torre, etc).
    Sobre as Q-300 somente li. Li muito, pesquisei comparei (pesquisas) dela e das irmãs. Além de indicações que recebi, rs..rs.. Não sei porque mas acho que serei feliz com elas. Minha intuição também falou alto.
    3. Nesse meio tempo descobri que a energia no apto que moro é péssima (prédio antigo) e vou precisar de um isolador + condicionador de energia, para ter alguma chance de ouvir algo decente.
    4. Não vai demorar e vou mudar de apto e assim que tiver algum $$ vou buscar, pelo menos, mais 3 caixas (2 Q-700 ou 900 + 1 Q200).
    5. Independente disso pretendo adquirir um receiver para tentar extrair dessas Q300 (e futuramente das outras), o que elas tem de melhor. Pesquisei por aí, lojas, reviews, fóruns e estou em dúvida, principalmente sobre:
    o Yamaha Aventage Rx A2020  Vendedores dizem que é o mais potente e segura ‘brincando’ o conjunto de caixas, além de tecnologia de 1ª, etc.
    o Denon Avr- x4000  Ouvi que é + que suficiente para o sistema e que é muito bom (?);
    o Marantz – SR7007 Disseram que é o que melhor ‘casa’ com KEF.
    o Pionner SC-67; muito bem cotado.
    Existe mesmo isso? O de melhor sincronização com as caixas; no caso KEF?
    Você já teria experimentado opções assim para ajudar na escolha?
    6. Como você pode ver o orçamento terá que ser aumentado: nem tanto pelo receiver que pode esperar um pouco. Mas, principalmente pelo controle e ‘limpeza’ da energia.
    7. A propósito, vou deixar o HT Onkyo na TV.
    Ficou gigante, peço mil desculpas,
    Um forte abraço
    ACCalderon

    • mindtheheadphone

      Opa! Sem problemas, ACCalderon. Antes de qualquer coisa, gostaria de te convidar para o fórum, que está em http://www.mindtheheadphone.com.br/forum. É melhor para tirar dúvidas desse tamanho, porque podemos ter uma conversa mais dinâmica e bilateral. De toda forma, minhas considerações:

      Os fones que indiquei basicamente não estão disponíveis no Brasil, pelo menos não a um preço competitivo. O ideal é sempre comprar de fora. Só a HiFiMAN que talvez tenha representação nacional em breve, mas não sei exatamente daqui a quanto tempo. O que posso dizer é que, se ela for representada mesmo, o preço será muito atraente. Enquanto isso, vc pode comprar os três fones na HeadRoom (www.headphone.com) ou o HiFiMAN na Head-Direct, revendedora dos produtos da marca. Aqui: http://head-direct.com/Products/?act=detail&id=102

      Quanto às caixas, acho que fez uma boa escolha. A KEF é uma excelente marca e não deve te decepcionar! Só um toque: esqueça esse amaciamento, quanto mais se é um vendedor te dizendo que “o que vc está ouvindo nem é o melhor dessas caixas, elas nem foram amaciadas!” É bem conveniente, não acha? Você já estava ouvindo tudo o que as caixas irão tocar, e se não gostou, não gostou mesmo. Se sua opinião mudar com o tempo não é por amaciamento, é porque aos poucos nos acostumamos a novas sonoridades. Recomendo a leitura de dois artigos que já escrevi sobre isso, aqui e aqui.

      Sobre a energia, recomendo sim um condicionador se suas instalações são antigas. É bom pra proteger os equipamentos. Algumas marcas interessantes são Panamax, SMS e Upsai. Outra opção é a AC Organizer, mas são caros.

      Agora, quanto aos receivers: vc faz questão de um home theatre? Pergunto porque para música deixam a desejar, e o ideal é ter apenas um sistema estéreo, com duas caixas, e um amplificador integrado – que é melhor que um receiver. Mas quanto ao casamento, sim, isso não podia ser mais verdade. Não é sincronização, é o que chamamos de sinergia entre equipamentos. Pense que cada equipamento possui uma personalidade, então é bom que essas personalidades juntas tragam um equilíbrio. Por exemplo, as KEFs costumam ser caixas muito abertas, com agudos relativamente proeminentes. Se você pegar um amplificador com as mesmas características, o resultado final trará agudos muito exacerbados, que possivelmente irão incomodar. Então o ideal é que vc pegue um integrado mais melódico, mais redondo – precisamente a característica dos Marantz.

      Acho que é isso. De qualquer forma, te espero no fórum!

      Um abraço!

  • Leonardo Sales

    Primeiramente, parabéns pelo artigo.
    Rapaz, estou pesquisando isso já faz um tempo e não acho ninguém dando uma resposta objetiva.

    Minha dúvida é a seguinte, uma placa de som BOA off-board faz a mesma função que um DAC?

    Compensaria eu comprar uma placa de som off-board de alta qualidade no valor de um DAC? Quais as diferença de placa de som para DAC?

    Agradeceria muito, desculpa se não consegui explicar direito.

    • mindtheheadphone

      Muito obrigado, Leonardo!

      Objetivamente, sim, uma placa offboard faz o mesmo que um DAC. A diferença é que as placas costumam ter funções extras que os DACs não têm, como processamentos digitais e equalização – em compensação, costumam ter uma sonoridade pior se comparadas a DACs na mesma faixa de preço. Então você precisa ver o que prioriza: a melhor qualidade de som que seu orçamento permite ou um compromisso entre uma qualidade legal e efeitos, que podem ser úteis pra você ou não.

      Espero ter sanado sua dúvida. Qualquer coisa, é só perguntar.

      Um abraço!

      • Leonardo Sales

        Muito obrigado!

        Decidi pelo DAC então, pois esses efeitos que você disse de placa de som nem sei como utilizar teria alguma exemplo? como sou novo nessa área tem algumas marcas de DAC que eu compraria sem medo de errar?

        Tenho um fone que agora que dei uma estudada sobre qualidades de áudio sei que ele não é muito bom e tem mais marketing que qualidade(“SteelSeries Siberia V2”), irei comprar um junto com o DAC, mas somente com o DAC mudaria algo mesmo neste fone? Minha placa de som atualmente é OnBoard da Placa mãe ASUS P8H77-M PRO.

        Muito obrigado e um abraço!

        • mindtheheadphone

          Leonardo, na verdade são efeitos como simulação de salas, tridimensionalização e coisas do tipo. Nada demais, e nada que trará melhor qualidade de som propriamente dita. São, como o nome diz, efeitos mesmo! Se vc quiser um DAC mais acessível, procure os FiiO, particularmente o E17, e talvez o combo Schiit Magni/Modi (é um DAC e um amplificador), juntos custam 200 dólares.

          Mas uma dica: se vc tem um Siberia, esqueça DAC e amplificador por enquanto. Ele não é muito bom, e o investimento num DAC ou amplificador seria muito melhor investido num fone mais interessante. Não sei qual o seu orçamento, mas existem diversas opções muito interessantes por preços bem acessíveis. Talvez seja até interessante vender o fone e aumentar ainda mais seu orçamento.

          Se quiser ajuda com isso, entra no fórum, lá podemos te ajudar melhor 🙂 http://www.mindtheheadphone.com.br/forum

          Um abraço!

  • Rafael

    Eaw leo, estou entrando agora neste ramo de querer cada mais vez ouvir musicas com qualidades superiores, e adquiri o m50x (qualidade sonara igual ao m50, a unica diferença é q o cabo é retiravel do fone), e estou em duvida se continuo usando a placa onboard ou se compro o FiiO E7 ou FiiO E17 ou o Audioengine D1, pois n pretendo adquirir outro fone tao cedo. Oque vc me recomentaria?

    • mindtheheadphone

      Olá, Rafael!

      Se pretende ficar muito tempo com o M50, acho que vale a pena pegar o FiiO E17, que vai aguentar upgrades futuros sem maiores problemas.

      Um abraço!

  • Vinicius

    Ótimo artigo, amigo, esclareceu muitas dúvidas.

    Eu estou entrando agora no mundo audiófilo e cada vez mais me surgem indecisões, agradeceria muito se me ajudasse com uma delas.

    Minha situação é a seguinte: recentemente comprei um Sennheiser HD 518 e por enquanto estou utilizando-o no áudio onboard da minha placa-mãe, a minha intenção agora é comprar uma placa de som ou DAC/amp com um bom CxB.
    Inicialmente pensei na Xonar DG por ser barata e muito elogiada pelo preço, mas pesquisando descobri que ela tem uma saída de impedância alta, e que não seria ideal para o HD 518 (por ter uma impedância de apenas 50 ohms), deixando o fone com graves exagerados, o que particularmente não é de minha preferência. O problema para mim é que um DAC e amp externos de qualidade são bem mais caros, e minha intenção não é gastar muito por enquanto (nem posso, na verdade); então me deram a ideia de comprar a Xonar DG e um amp barato de baixa saída de impedância (como o FiiO E5) e conectá-lo na placa, mas a pessoa em questão não sabia afirmar com certeza se, fazendo isso, a impedância da placa seria “desconsiderada”. Você saberia me dizer se isso daria certo? Ou existe um combo com melhor CxB para mim?

    Obrigado!

    • mindtheheadphone

      Olá, Vinicius!

      Vi rapidamente a placa em questão e fiquei em dúvida se ela possui um line-out. Se sim, o problema estaria resolvido, por que vc estaria retirando o sinal antes da amplificação interna e o enviando através do line-out ao FiiO. Mas se ela só tiver a saída pra fones mesmo é mais complicado, porque vc teria dois estágios de amplificação – o problema não seria a impedância em si, mas a possibilidade de ruído de fundo proveniente das duas amplificações que vc estaria usando.

      Dá uma olhada lá no nosso fórum, de repente vc pode fazer essa pergunta por lá e ter boas respostas 🙂

      Um abraço!

  • fabio luiz do nascimento

    amigo eu tenho uma interface de audio m-track via usb tem como usar um dac de audio para melhorar ainda mais o som ou nao é o caso minhas caixas -e krk falante 8

    • Fabio, se sua inteface tiver saída digital (coaxial ou ótica) vc pode sim usar um DAC externo, mas não acho que isso vá te dar uma melhora significativa.

  • renato santos

    uma pergunta : se eu tenho um notebook e compro o DAC/amp Fiio E17, como faço para usar o DAC do Fiio ????? é tipo comprar cabo coaxial e ótico ???? cabo coaxial e ótico é melhor que cabo P2, não é ??? att, renato

    • Então Renato, não é que P2 seja pior que coaxial e ótico, é mais complexo que isso. É o seguinte: existem dois tipos de conexões nesse caso, as digitais e as analógicas.

      As digitais (como USB, coaxial e ótica) transmitem apenas dados digitais, e no caso de equipamentos de som, servem para conectar um transporte (que está lendo esses dados digitais) a um DAC, que vai converter esses dados digitais para analógicos para que eles possam ser enviados para um amplificador.

      As analógicas transmitem sinais elétricos, e conectam muita coisa. No caso de equipamentos de som, podem ligar um DAC (ou outra fonte) a um amplificador ou um fone a um amplificador, por exemplo.

      No FiiO, vc possui duas funções, de DAC e de amplificador. O modo como vc vai conectá-lo a outros equipamentos é o que vai definir se ele será usado como DAC e amplificador ou apenas como amplificador.

      Se vc usar as conexões digitais, ou seja, USB, coaxial ou ótica, vc vai estar transmitindo dados digitais, e por isso vai estar usando o DAC interno dele, e depois também seu amplificador (para usá-lo apenas como DAC alimentando um amplificador externo é preciso comprar o FiiO L7 Line-out Dock).

      Se vc usar a conexão analógica, a P2, vc vai estar ultrapassando o DAC interno dele, e estará usando apenas eu amplificador. Não é que essa conexão seja pior que a digital – é que se o DAC do equipamento que vc vai conectar ao FiiO for pior que a desse aparelho, vc vai estar usando um conversor melhor. Mas se vc estiver conectando a ele algo que tenha um DAC mais sofisticado, então a conexão P2 vai ser melhor, pq vc vai ter usado um conversor melhor que o que o FiiO oferece.

      Um abraço!

  • Marcelo Henrique

    Comprei o hifiman 101, gostei muito da qualidade de som e amplificação dele, a diferença é gritante, porem ele tem uma coisa que eu odiei, ele fica fazendo um ruido horrivel, ele fica soltando um som tremido, se eu mecho no cabo USB dele o som aumenta ou diminui, vcs poderiam me ajudar pfv ? O que poderia estar acontecendo ?

    • Marcelo, não sei dizer… pode ser mau contato com o cabo mesmo.

      Um abraço!

      • Marcelo Henrique

        Não acho que seja, pq eu troquei o fone por um novinho e o problema persiste, acredito que seja problema de configuração, pq isso só acontece com o meu fone AKG 414p, se eu botar qlqr outra coisa nao sai ruido algm, com o da AKG fica fazendo esse ruido insuportável msm com o som totalmente mudo, algma ideia do que fazer ?

        • Marcelo, me referi ao cabo USB do HiFiMAN. Agora, se vc não tem esse ruído com outros fones o problema não deve ser esse, e fico mais ainda sem ter ideia do que pode estar havendo. Recomendo vc entrar em contato com a própria marca.

          Um abraço!

    • Danilo Oliveira da Silva

      vc ta jogando o tree savior

  • Matheus

    ath m50 ||brasil de 900 – 1300 reais||accessory jack cerca de 450 reais||

    akg 240 mkii ||brasil 400 – 600 reais||

    fiio e10k ||brasil 479 – 569 reais||accessory jack cerca de 240 reais||

    uso: pc 70% musica e filmes 20% jogos e 10% mix

    preferencia : comprar no brasil

    a pergunta… o ath m50 precisa de dac e amp? pq eu achei o fone akg 240 mkii barato comparado com preço no exterior só q pesquisei e acharam um lixo sem um amp dac combo tipo o fiio e10 ,

    agora nao sei se essa accessory jack é taxada ou nao e como q compra nem nada. mas deen dicas ai pq eu tava quase comprando esse akg 240 ai vi q o dac era ou 250 reais na china ou 500 reias no brasil ou seja 400 + 250/500 = 650 ou 900 depende de onde comprar. vo ta perdendo muito sem esse fiio no akg? e se for o ath m50x?

    • Olá Matheus,

      Não sei por que, mas não recebi a notificação do seu comentário, então me desculpe pelo atraso!

      Se ainda não tiver feito uma escolha, vá no M50.

      Um abraço!

      • Matheus

        opa talvez esse natal vo pegar um m50 mas como eu tava sem fone peguei um superlux hd 681 por 100 reais

  • Marcos Tancon

    Olá,

    Tenho alguns fones de ouvido, e os que mais costumo usar são os Grado sr60i e um Philips SHP9500. Para curtir um som com mais graves e menos detalhes, uso um Sony MDR XB500. Gostaria de saber se um DAC/Amp como o Cambridge DACMagic XS (modelo que achei uma opção interessante, pois o modelo é bem conceituado em todos os lugares que pesquisei) seria uma boa opção para utilizar com algum desses fones em questão, onde a fonte nesse caso seria somente computador devido ao DAC ser USB.

    Muito obrigado desde já,

    Abraços!

    • Olá Marcos,

      Não sei por que, mas não recebi a notificação do seu comentário, então me desculpe pelo atraso!

      Acho que nesse caso não há necessidade de investir num DAC e amplificador. Guarde seu dinheiro para um upgrade mais significativo!

      Um abraço!

      • Marcos Tancon

        Sem problemas pelo atraso.

        Agradeço muito pela dica, já acreditava que essa opção era a melhor a seguir no meu caso mesmo.

        Abraço!

  • renato santos

    olá, tenho um notebook com saída P2, posso comprar um DAC/amp Fiio E17 para querer ter um som digital USB SPDIF(coaxial) 196/24, ou seja, quero o som digital, mas minha saída de notebook é P2. Esse DAC/amp serve para eu obter um som de maior qualidade ???? Li seu artigo mas nao entendo que quer dizer eu comprar um DAC/ amp, no caso da Fiio e botar no meu notebook. Abs

    • Olá Renato,

      Bom, antes de tudo, um pedido: pondere um pouco suas dúvidas antes de postar, para que vc não acabe postando 4 comentários diferentes com basicamente a mesma dúvida, ok?

      Depois, uma recomendação: vejo que vc tem muitas dúvidas, e que não conseguiu entender muitas questões. Sei que o assunto é complexo, mas tenha calma. Leia com paciência, use bastante o Google e pesquise sobre o que é um DAC, o que é um amplificador e para quê serve. Nesse texto mesmo está explicado, é só ler com atenção. É melhor ler bastante e tentar ao máximo resolver suas dúvidas sozinho. Faz bem.

      O som que vc ouve em basicamente qualquer coisa hoje em dia, como num celular, notebook ou coisas do tipo, funciona da seguinte forma: há uma mídia, que contem arquivos digitais com as músicas. Esses dados digitais são então enviados para o DAC, que é o conversor digital-analógico, que os converte para um sinal analógico, que por sua vez é enviado para o amplificador, que gera um ganho de tensão e corrente para que ele tenha “força” suficiente para empurrar uma caixa de som ou fone de ouvido.

      Todos esses componentes estão presentes em qualquer solução completa que toque áudio digital, como um celular ou um notebook, mas se vc quiser mais qualidade do que a que os componentes internos desses aparelhos oferecem, a solução é partir para aparelhos externos. Os amplificadores e DACs da FiiO são exemplos disso. Se vc usar um que seja só um amplificador, como o E12, ainda vai estar usando o DAC do aparelho ao qual irá ligá-lo. Se for um DAC e amplificador, como o E17, vai usar o aparelho apenas para fornecer os dados digitais.

      Consequentemente, se vc quer usar um aparelho que funciona como DAC, vai precisar de uma conexão digital, e é aí que entra o USB, o SPDIF e o Coaxial. São apenas três conexões diferentes, e em teoria não há tanta diferença entre elas. Pode ser que a implementação de alguma delas não seja tão boa, mas sinceramente, se preocupar com isso é muito preciosismo num aparelho muito simples. Não vai fazer NENHUMA diferença. Pode usar qualquer conexão.

      Sobre os números depois das conexões, como 16/44 ou 24/192, são os limites de profundidade de bits e taxa de amostragem de cada tipo de conexão. Se o USB é 16/44, isso significa que a resolução máxima suportada pelo USB é 16 Bits e 44.1kHz; e se na coaxial é 24/192, ela suporta arquivos com 24 Bits e 192kHz. Mas mais uma vez, na prática isso não quer dizer basicamente nada, porque os benefícios de arquivos de alta resolução são no mínimo questionáveis. E como sua única opção de conexão com o computador é a USB, aí é que não há a menor sombra de necessidade de se preocupar em usar as outras conexões. Vc precisaria comprar uma interface USB-coaxial, que custaria mais do que o próprio E17 e não traria nenhum benefício. Não faria o menor sentido.

      Um abraço!

  • Guilherme Akio

    Ola, estou pra receber um Audio-Technica ATH-AD700X, vou precisar
    comprar algum desses amp portáteis? Meu uso será mais para jogos e
    escutar músicas no Computador, eu tenho uma placa de som offboard (Creative SoundBlaster X-FI Titanium), mas creio que ele não tenha um amp. Futuramente eu pretendo comprar o Audio-Technica ATH-ADG1 e faço a mesma pergunta pra ele, precisarei de um AMP? À partir de quantos Ohm (impedância) é necessario para se ter um AMP? Obrigado.

    • Olá Guilherme,

      Antes, alguns rápidos esclarecimentos: qualquer coisa que tenha uma saída para fones de ouvido possui um amplificador de fones de alguma espécie. Sua Creative não é exceção – a questão é que a qualidade e a força desses amplificadores varia muito. De toda forma, o AD700X é um fone muito fácil de empurrar, e acredito que vc não terá problemas a dupla.

      Mas um detalhe: pelo que pude ver, o ADG1, apesar de muito mais caro, é basicamente o mesmo fone com um microfone. Por isso, a meu ver, vc estará trocando 6 por meia dúzia e pagando caro por isso. Acho mais interessante manter seu AD700X e usar de repente um Zalman ZM-MIC1 e, com a diferença de preço (se vc sentir necessidade, já que para esse fone talvez não seja necessário) pegar um FiiO E07K, que com toda certeza é superior ao DAC/amp incluso no ADG1.

      Um abraço!

  • Caio Lessa

    Olá! Estarei adquirindo o fone K181 DJ da AKG, para usar em sua maioria no pc, iTouch e Moto G.
    Será que vale a pena comprar um amplificador ou algo do tipo? Oq vc faria, amigo?

    Muito obrigado!

    • Olá Caio,

      Acredito que não haverá necessidade.

      Um abraço!

      • Caio Lessa

        Obrigado pela resposta!

        A propósito, sabe me dizer algo a respeito do AKG? Mesmo que não tenha testado, só pelas expecificações ou comentários, consegue me dizer se é um fone bacana?

        Mais uma vez, obrigado. Abraços!

        • Caio, não tendo ouvido, infelizmente não tenho como comentar. As especificações não dizem absolutamente nada sobre o desempenho de um fone.

          Um abraço!

  • Anderson M. Camargo

    Olá, sou fã demais dessa comunidade aqui KKKK, li tudo praticamente sobre amps e headsets, Eu tenho um Sennheiser 598, li sua opnião e não me arrependo, porém gostaria de usar 100% dele, vc recomenda algum amp com dac? ou apenas um amp? Se sim, eu queria saber um que faça eu ter mais qualidade de som, que tenha disponivel no Br

    • Anderson, o problema é que se vc gastar muito com amplificação e fonte, pra tirar 100% do HD598 (e veja que isso é complicado, pra tirar 100% mesmo vc vai ter que gastar bastante, já que aparentemente ele é um fone com boa escalabilidade) vai haver uma inversão de prioridades, já que seria mais interessante então pegar um HD600/HD650.

      Agora, estar disponível no Brasil torna as coisas muito mais difíceis. Eu ficaria de olho no grupo de Facebook Compra e Venda de Fones de Ouvido e Acessórios High-End e nos Classificados do HTForum. Equipamentos que podem ser interessantes são os da FiiO (como o E10, o E17 e o E07), e os mais baratos da Schiit, por exemplo.

      Um abraço!

  • Bruno B. Silva

    Eu sei que geralmente as especificações não querem dizer nada, principalmente em relação à qualidade. Mas o que eu tenho reparado é que, em alguns DAC/Amps, é dito que sua frequência de resposta é de 20 Hz a 20 kHz. No caso de se utilizar um headphone com frequência de 10 Hz a 30 kHz, por exemplo, existe algum tipo de limitação ou perda?
    Sei que provavelmente não escuto nada acima dos 20 kHz, mas sempre tem aquele papo de que, as frequências altas não são para serem ouvidas, e sim sentidas kkk…
    Deve ser por isso que gostam tanto dos arquivos 24-bit/96 kHz.

    • Não há nenhum tipo de perda, Bruno. A única situação em que resposta de frequência pode te preocupar é com caixas de som – bookshelves, por natureza, não conseguem reproduzir graves muito baixos, e mesmo as torres podem ter dificuldades com frequências extremas de músicas eletrônicas. Aí o jeito é partir pra algum subwoofer mesmo, mas ainda assim é virtualmente impossível ir abaixo dos 15 ou 20Hz sem desembolsar mais de 15 mil dólares num sub rotativo.

      Um abraço!

  • Acácio

    Bom dia! Atualmente tenho um Sennheiser HD 202ii, sei que é um fone bem fácil de ser empurrado, sendo assim não precisando de um DAC/AMP externo. Mas assim, há dois anos atras, eu possuía uma placa de som Asus Xonar D1, comprei por indicação, nos anos dourados do dólar hahaha. A placa acabou estragando 🙁 Ai tive que voltar a usar a placa Onboard do meu desktop, ainda estou usando, é uma placa bem básica, consegui sentir fortemente a diferença quando tive que voltar a usá-la. Estou com planos de comprar mais um in-ear(Eu tinha o Audiotechnica cks55, porém, também já se foi) quero pegar mais um in-ear, o AudioTechnica cks99( Ou se você puder me indicar algum outro in-ear na faixa dos R$200-R$400). Devido ao fato de eu ter tido uma placa offboard e agora infelizmente não ter mais nenhum DAC/AMP dedicado, fico na dúvida se não valeria comprar esse Fiio E17, será que eu iria sentir a mesma diferença de de quando eu usava a placa de som ? Você disse que seria vantagem investir em um fone melhor(No caso do Sennheiser), mas será que com o Fiio E17 eu não iria conseguir ter um bom avanço no áudio?
    Outra pergunta. Com a alta do dólar e a falta vendedores destes produtos no Brasil, saberias me indicar algum lugar para comprar o Fiio E17 e o Cks99, pois não achei em nenhuma loja no Brasil 🙁
    Desde já agradeço, aprendi muito com seus artigos, continue assim 🙂

    • Olá Acácio,

      Olha, sinceramente, pra esses itens, acho que o E17 é um exagero – o E10 ou o E10K já vão te atender muito bem! E são bem mais baratos.

      Agora, quanto ao CKS99, sinceramente, não recomendaria. Não gosto nem um pouco das linhas CK e CKS da Audio-Technica. Dá uma olhada no Guia que lancei recentemente e também no Tópico de Indicações 2.0 do fórum, nesses lugares dou várias indicações de fones de diversas faixas de preço, que podem te atender muito bem.

      Agora, sobre comprar no Brasil, infelizmente não vai ser muito fácil… os FiiOs vc até consegue com o distribuidor oficial, mas a um preço muito alto. Minha dica seria esperar algum aparecer nos Classificados do nosso fórum, nos do HTForum ou no grupo de Facebook Compra e Venda de Fones de Ouvido e Acessórios High End.

      Um abraço!

  • Rodolfo Michetti

    Boa tarde, pessoal!

    Estou começando nesse mundo de áudio de alta qualidade agora. Já estou fazendo minha coleção de FLACs (já que extraio direto do CD acho melhor guardar num formato lossless para futuras conversões), e lendo muito sobre o assunto…

    Tenho até uns R$ 1.400,00 (limite, quanto menos melhor) para gastar, mas é claro, quero algo balanceado, se eu puder economizar, melhor! Estou em dúvida entre esses dois “combos”:

    PC > FiiO E07K (faixa de R$ 550,00 reais) > Sennheiser HD 598 (faixa de R$ 850,00)

    OU

    PC/LG G3 > Yamaha EPH-100 (faixa de R$ 450,00)

    Bom, vamos aos pontos positivos e negativos que pensei:

    Yamaha EPH100: Li que fones In-Ear geralmente não precisam de DAC/AMP (a diferença na qualidade do som quando usados é baixa), ainda mais que compraria um modelo simples (E07K), portanto, se eu não usasse um DAC/AMP já economizaria uma baita grana, além disso desconfio (nunca pude testar um fone open bom) que gosto mais de fones closed (sempre me dei bem com os In-Ear), e o HD 598 é aberto. Sem contar, claro, com a portabilidade (não sairia com o HD 598 na rua de jeito nenhum, apesar de ter adorado o visual bege/marrom), porém isso não é algo que eu REALMENTE faça questão, saio pouco com fones, mas a ideia de ter a mesma qualidade sonora em casa ou no ônibus me agrada.

    Sennheiser HD 598 + FiiO E07K: Pelo que li, tenho quase certeza que esses dois vão me oferecer uma qualidade de som superior ao Yamaha, a questão é: quanto? Vale a pena gastar R$ 950,00 a mais por isso? E acho que é importante para aproveitar o som do HD 598 um DAC/AMP, caso não seja, como o som dele seria se comparado ao Yamaha? Ao mesmo tempo, meu som do PC é onboard (SupremeFX II que vem na Rampage Formula X48) e tenho medo de gastar R$ 450,00 reais com o Yamaha e sofrer com esse gargalo, ou seja, não aproveitar todo o dinheiro gasto.

    Quanto ao tipo de música que ouço: varia de Massive Attack a Legião Urbana, indo pra Black Sabbath até Elza Soares. Sendo assim, ouço de tudo, apesar de sempre gostar mais de músicas com um contra-baixo bem presente e venho me aproximando muito de eletrônica.

    Outro fato importante: não precisa ser nenhum desses modelos que disse, se encaixando na faixa de preço, pode ser qualquer marca/modelo etc o que quero é: melhor custo benefício para ouvir MÚSICA.

    Bom, acho que é isso, agradeço desde já e parabéns pelo fórum/site.

    Att,

    • Olá, Rodolfo!

      Olha, a experiência de headphones é muito diferente daquela proporcionada por in-ears – em minha opinião, por melhores que sejam in-ears em uma série de aspectos, na maioria deles os headphones se saem melhor. Por isso, no seu caso, eu iria no HD598. Em compensação, ele não é um fone particularmente exigente, e acho que de repente dá pra vc testá-lo diretamente na sua placa de som pra ver o que acontece. Se vc tiver algum problema, como forte ruído de fundo ou algo do tipo, talvez valha a pena pegar o FiiO.

      Só uma coisa: não sei bem qual é a pegada do Yamaha (acho inclusive que existem opções mais consagradas nessa faixa de preço), mas geralmente os in-ears dinâmicos desse preço costumam apresentar uma sonoridade com graves e agudos mais proeminentes, sendo portanto mais energéticos. O HD598 é um fone mais natural e comedido, por assim dizer. Ou seja, não é um fone que vai te dar aquele “uau!” de primeira, e sim mostrar uma personalidade calma e que faz tudo muito bem, com muita naturalidade. Acho importante te alertar sobre essa questão.

      Um abraço!

      • Rodolfo Michetti

        Muito obrigado! 🙂
        Eu realmente já estava pensando por esse lado, estou decidido a pegar o HD 598.
        Eu estou realmente intrigado com essa questão do DAC/AMP, me dói saber que estou gastando R$ 850,00 reais num fone pra ligar numa onboard de uma placa mãe de quase dez anos… Pelo que vi a melhor opção na faixa de preço do E07K é o DacMagic XS, que além de suportar 24/192 (eu entendo os mil motivos pra isso não ser uma preocupação) ele, pelo que vi, consegue levar – razoavelmente – bem um HD 600 ou um AKG K701 (que acredito que serão meus futuros upgrades daqui uns anos). Ainda estou colocando tudo no orçamento e lendo muito, mas acho que por R$ 100,00 reais de diferença em relação ao E07K ele vale a pena.
        Quanto ao “uau!” não me preocupo com isso, o melhor fone que tive até hoje não deve custar mais de R$ 150,00 reais, tenho certeza que o HD 598 vai me fazer muuuito feliz!
        Quero agradecer novamente pelo site, cheio de conteúdo de primeira e, diferente de muito que tenho lido, sem essa pretensão – muito comum em sites americanos – de que você não vai aproveitar seu som se não gastar tantas centenas de dólares num DAC, AMP etc etc etc.
        Você está fazendo um grande serviço à nós, meros mortais sem dinheiro que estão começando nesse mundo haha.
        Abraço!

  • Rafael Cerantola

    Olá Leonardo, boa tarde!
    Possuo um Sennheiser HD580, poderia me indicar um DAC para aproveitá-lo melhor? No momento utilizo um Sound Blaster E1 que ganhei de um amigo…..

    Um abraço!

  • Douglas Martins

    Boa Tarde,pessoal.
    Comprei um Sennheiser HD 600,e posso gastar no apenas 100 dolares com o dac e amp(juntos) .Qual que voce indicaria comprar nessa faixa nos estados unidos para tirar um bom proveito da HD600(so vou usar ela no computador que tem uma placa de som meio ruim).

    agradeço desde já e parabens pelo site cheio de reviews muito interessantes e guias muito bem explicativos.

  • Diego Cavalcante

    Estou investindo em um Shp 9500s e gostaria de saber se para esse modelo específico um Amp/Dac vale a pena? Já li bastante e tenho muito a agradecer ao Mind The Head Phone , porém como vai ser meu primeiro Headphone de uma qualidade um pouco superior a média eu gostaria das sugestões de pessoas mais experientes. A finalidade é música (Rock) / Fps e seria apenas para para usar no PC.
    Caso sim, não queria investir muito dinheiro, no máximo uns $70 dólares, olhei o Fiio k1 (Amazon + Redirecionamento) e o Music Hall 6j9 (AliExpress). Aproveitando a oportunidade quais acessórios valem a pena comprar também junto com o aparelho. Grande abraço!

    • Diego, eu nunca ouvi um SHP9500, mas pelas especificações, ficaria surpreso se fosse um fone difícil de empurrar. Minha sugestão é comprar o fone e testar. Se achar que está faltando alguma coisa, tenta dar um jeito de comparar o equipamento ao qual vc o ligará normalmente (celular, notebook, etc) com, por exemplo, a saída de um receiver. Um abraço!